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2015-05-13

A partir do dia 1 de maio, este título passa a ser vendido nos postos de venda da Scotturb e CP.

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2015-05-13

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Agenda VIVA maio
«Hotel Flamingo» - Propositário Azul

Hamlet, Ofélia, Nina e Stanley, personagens de Shakespeare, Tchekhov, Tennessee Williams mas também de Heiner Muller e outros, encontram-se numa narrativa pouco linear, procuram sentido para uma existência para além das palavras que lhes deram vida neste lugar singular a que a Propositário Azul chamou Hotel Flamingo - uma criação colectiva do trabalho conjunto da encenadora Carlota Lagido com o elenco.

Direcção: Carlota Lagido
Interpretação: Joana Pais de Brito, João Ascenso, Sónia Neves, Victor Gonçalves
Desenho de Luz: Alexandre Costa
Fotografia: Mariana Silva
Design Gráfico: Paula Dona
Cenografia: Sttiga e Ana Alves
Vídeo: Victor Jorge

CARRIS | 15E, 18E, 706, 728, 732, 760

CP | Santos (linha de Cascais)

Arquitetos Designers. Mobiliário e Iluminação.

Apresentada em simultâneo e complementarmente com «Arquitectos Eminentes. Fotografias de Ingrid Von Kruse», esta exposição apresenta uma seleção de peças de design de produto (mobiliário, luminária e pequenos objetos) desenhadas por arquitetos. Prosseguindo o estudo e divulgação da Coleção Francisco Capelo, é dada particular atenção a peças ou autores que não foram ainda expostos ao público.

Estas peças evocam a relação de complementaridade existente entre a prática da arquitetura e a prática do design, em particular ao longo do século XX. Testemunham o modo como vários arquitetos chegaram ao design como um desenvolvimento natural da prática projectual arquitetónica ou traduzem novas conceções de espaço e arquitetura, revelando os diferentes movimentos e estilos que marcaram o século passado.

A exposição apresenta peças da autoria de Alvar Aalto, Franco Albini, Gae Aulenti, Andrea Branzi, Archizoom Associate, Mario Bellini, Achille Castiglioni, Paolo Deganello, Charles Eames, Michael Graves, Vittorio Gregotti, Marc Held Arne Jacobsen, Shiro Kuramata Le Corbusier, Vico Magistretti Massimo Morozzi, Gaetano Pesce, Gio Ponti, Jean Prouvé, Verner Panton, Charlotte Perriand, Alessandro Mendini, Bruno Mathson, Aldo Rossi, Carlo Scarpa, Eduardo Souto Moura, Eero Saarinen, Ettore Sottsass ou do coletivo Superstudio. Alguns dos arquitetos representados são também retratados por Ingrid von Kruse, nomeadamente, Zaha Adid, Mario Botta, Oscar Niemeyer, e Álvaro Siza Vieira.

CARRIS | 15E, 25E, 711, 714, 728, 732, 735, 736, 759, 760, 781, 782, 794.

METRO | Terreiro do Paço (linha azul)

Transtejo/Soflusa | Terreiro do Paço (ligação Barreiro, Montijo)

Arquitetos Eminentes. Fotografias de Ingrid Von Kruse

A exposição, apresentada em simultâneo e complementarmente com «Arquitetos Designers. Mobiliário e Iluminação», reúne seleção de fotografias de Ingrid Von Kruse, designer de formação, que tem vindo a centrar-se no retrato. Acompanham as fotografias a preto e branco, depoimentos e esquissos dos próprios retratados.

O olhar, as mãos e a expressão de cada arquiteto, em paralelo com a caligrafia, o traço e os pequenos pensamentos permitem conhecer melhor, por exemplo, Tadao Ando, Denise Scott Brown, David Chipperfield, Peter Eisenman, Norman Foster, Frank O. Gehry, Zaha Hadid, Rem Koolhaas, Daniel Libeskind, Richard Meier, Oscar Niemeyer, Ieoh Ming Pei, Renzo Piano, Richard Rogers, Álvaro Siza, Oswald Mathias Ungers, Robert Venturi ou Peter Zumthor.

Ingrid von Kruse começa por conversar com o retratado, procurando-o conhecer através do seu trabalho e escritos, processo que reflete-se bem nas fotografias registadas. Usando sempre uma Hasselblad analógica e apenas com luz natural, capta o homem ou a mulher que estão por detrás de uma determinada personalidade pública. Como Martha Thorne defende, as suas fotografias oferecem, em consequência, retratos mais genuínos e intimistas, sinceros e naturais, sem pose e muito próximos da objetiva, captados nos ateliês, nas próprias habitações ou em locais de construção recente.

CARRIS | 15E, 25E, 711, 714, 728, 732, 735, 736, 759, 760, 781, 782, 794.

METRO | Terreiro do Paço (linha azul)

Transtejo/Soflusa | Terreiro do Paço (ligação Barreiro, Montijo)

«Florestas Submersas by Takashi Amano»

O Oceanário de Lisboa propõe uma visita de imersão no maior "nature aquarium" do mundo de florestas tropicais. Trata-se do primeiro aquário no Oceanário de Lisboa, com assinatura de autor: o design do famoso aquascaper japonês Takashi Amano, em associação à música especialmente criada para o efeito por Rodrigo Leão.

Takashi Amano tornou-se mestre internacional da aquariofilia de água doce com a criação dos aquários plantados, os "nature aquarium". A sua notável arte recria a natureza, misturando técnicas de jardinagem japonesas com o conceito wabi sabi, enobrecendo o encontro da beleza com a simplicidade e a imperfeição. Neste caso, o aquário apresentado 4 toneladas de areia, 25 toneladas de rocha vulcânica dos Açores e 78 troncos de árvores da Escócia e Malásia, bem como 46 espécies de plantas aquáticas e 40 espécies de peixes tropicais de água doce.

A convite do Oceanário, o músico Rodrigo Leão criou uma composição inspirada no conceito desta exposição, a fusão perfeita entre a arte e a natureza, que envolve o visitante numa experiência de relaxamento, quietude e simplicidade, motivando-o a descobrir a natureza esculpida pelo tempo. Com um quarteto formado por dois violinos, um violoncelo e uma viola de arco, Rodrigo gravou "Floresta Submersa", uma suite de treze minutos que se revela uma ode à natureza.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«your body is my body — o teu corpo é o meu corpo» - coleção de cartazes Ernesto de Sousa

Uma seleção de cerca de trezentos cartazes de arte e política, nacionais e estrangeiros, feita a partir do acervo reunido por Ernesto de Sousa (1921-1988), ao longo da sua vida e datados entre 1933 e 1988. A Coleção de Cartazes Ernesto de Sousa, integrada na Coleção Berardo, constitui um panorama vasto sobre a produção cultural das neovanguardas em Portugal e na Europa. Mas é também um itinerário imaginário, mapa de muitas viagens, narrativa de encontros, onde a personalidade de Ernesto de Sousa (artista, crítico, curador, poeta, cineasta e agitador cultural) pode ser redescoberta.

CARRIS | 15E, 714, 727, 728, 729, 751.

CP | Belém (linha de Cascais)

Transtejo/Soflusa | Belém (Porto Brandão/Trafaria)

Made in Portugal: Burel Factory

"Made in Portugal" é um espaço de programação do MUDE e dedica-se à apresentação de produtos, serviços e marcas nacionais que sejam exemplos de inovação e criatividade, bom design e estratégico posicionamento de mercado. Neste caso, o espaço é dedicado à Burel Factory, das Penhas Douradas, com uma selecção de peças em burel de designers portugueses como Gonçalo Campos, Sara Lamúrias, Rui Grazina, Sofia Machado, Cláudia Costa e Tiago Silva. Apresenta-se também uma capa vermelha com capuz, "Eu não tenho medo" - um projeto de Sancha Trindade ("A cidade na ponta dos dedos") que convidou os designers Storytailors para desenharem uma capa manifesto, contando com a colaboração da Burel Factory.

CARRIS | 15E, 25E, 711, 714, 728, 732, 735, 736, 759, 760, 781, 782, 794.

METRO | Terreiro do Paço (linha azul)

Transtejo/Soflusa | Terreiro do Paço (ligação Barreiro, Montijo)

«Antes e depois» - Miguel Ângelo Rocha

Escultura de grandes dimensões concebida por Miguel Ângelo Rocha especialmente para a Sala de Exposições Temporárias e Sala Polivalente do Centro de Arte Moderna, com ambiente sonoro do músico Pedro Moreira.

A exposição tem como curador Nuno Crespo.

CARRIS ! 713, 726, 742, 746.

«Varinas de Lisboa - Memórias da Cidade»

Reunindo obras de artistas como Luís Dourdil, Alice Jorge, Stuart Carvalhais, Jorge Barradas ou João Abel Manta, esta exposição procura prestar homenagem às varinas de Lisboa e à sua singularidade, mostrando um pouco da sua história e como têm vindo a ser fonte de inspiração através dos tempos.

CARRIS | 701, 717, 736, 747, 750, 767, 778, 796, 798.

METRO | Campo Grande (linhas verde e amarela)

«Portugal à Gargalhada», de Filipe La Féria

Produção, texto, direção, cenografia e figurinos de Filipe La Féria, interpretação de Marina Mota, Maria João Abreu, Joaquim Monchique, José Raposo, Bruna Andrade, Filipe Albuquerque, Patrícia Resende, entre outros.

"Portugal à Gargalhada" é um espectáculo que revisitando a revista à portuguesa, é uma crítica bem-disposta e mordaz à situação do Portugal dos nossos dias e aos seus principais protagonistas. Com a sofisticação dos grandes musicais da Broadway, a nova produção de Filipe La Féria revisita a mais atávica e humorística tradição do género de espectáculo mais apreciado do público português, onde se conjugam: a música, a representação, o bailado, o texto de humor de bom gosto e popular, os cenários deslumbrantes e um guarda-roupa digno dos palcos das grandes capitais do mundo.

CARRIS | 709, 711, 732, 736, 759, Elevador da Glória e Elevador do Lavra.

CP | Rossio (linha de Sintra)

METRO | Rossio (linha azul)

«Loucamente: uma exposição sobre o bem-estar da mente»

"Loucamente" é a nova exposição temporária do Pavilhão do Conhecimento.
Foi produzida em consórcio por três centros de ciência: Pavilhão do Conhecimento (Lisboa), Heureka (Helsínquia) e Universcience (Paris).
É a primeira exposição interactiva de um centro de ciência dedicada ao bem-estar da mente e pretende dar início a uma discussão pública sobre a saúde mental e o seu impacto pessoal e social.
É uma exposição positiva sobre um tema complexo, que quer substituir o preconceito pelo conhecimento, o estigma pela compreensão e incentivar os visitantes a cuidar do seu bem-estar mental.

O que o visitante pode fazer?
Experienciar num ambiente seguro como se sentem as pessoas com determinadas perturbações mentais.
Simular a sensação de ouvir vozes vindas de todos os lados.
Entrar na sala das fobias e na barbearia das psicoses.
Pôr à prova a sua percepção corporal no espelho da autoestima.
Desfazer-se dos seus problemas no triturador de preocupações.
Cometer loucuras saudáveis, como dançar ao som de uma música inspirada pela loucura.
Descobrir como os especialistas em cada época trataram a depressão e a esquizofrenia.
Testar o seu conhecimento sobre as doenças e o bem-estar mental.
Conhecer as perturbações mentais e os seus tratamentos.
Ouvir testemunhos de pacientes portugueses sobre as suas doenças mentais e a forma como lidam com elas.
Testar a memória e a forma como percepciona as emoções.
Enfrentar uma floresta repleta de situações assustadoras.
Representar em frente a um espelho a emoção indicada pela máscara, usando o corpo.
Expressar e desenhar os seus sentimentos com água.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Vê, Faz, Aprende!»

Experimentar, tocar, mexer, observar e concluir. Voltar ao princípio e fazer tudo de novo, agora de forma diferente... Este é o espírito da exposição "Vê, Faz, Aprende!".

Deite-se numa cama de pregos e surpreenda os seus amigos com a sua valentia, descubra que o caminho mais curto nem sempre é o mais rápido e faça a contagem decrescente para o lançamento de um foguetão de hidrogénio.

Especialmente para os mais novos: senta-te ao volante de um carro com rodas quadradas para desfrutar de uma viagem invulgar, descobre a misteriosa chave da arca do tesouro e revela a ciência por detrás de tudo isto.

São mais de 40 experiências sobre fenómenos naturais, conceitos científicos e tecnologia, para todas as idades, ideais para fazer com os amigos e com a família. A única coisa proibida é mesmo não mexer.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Brincar Ciência»

O espaço Brincar Ciência destina-se exclusivamente aos pequenos exploradores da ciência entre os 3 e os 6 anos. É claro que podes trazer alguém mais velho com quem partilhar as tuas descobertas, mas aqui todos têm que pensar como uma criança.

No espaço Brincar Ciência podes vestir um fato de astronauta e entrar dentro de um foguetão. Pronto para a descolagem? Três, dois, zuuuuuuuuuuuuuuuuum... Destino: Lua! E agora, que tal uma corrida na superfície lunar? Não interessa quem chega primeiro. Perder aqui é um assunto de pouca gravidade.

Já chega de andar com a cabeça na Lua. Agora vamos pôr os pés bem assentes na Terra. E as mãos também, como as aranhas. Será que também conseguimos trepar pelas paredes? Uau! Tal como um verdadeiro homem-aranha! O Pavilhão do Conhecimento dá-nos super-poderes. Ah, o que é aquilo que eu estou a ver aqui de cima?

Claro, é a Casa Inacabada, a que não acaba nem por nada, o local favorito da pequenada, a que até a Santa Engrácia deixa envergonhada e outras tantas rimas de enfiada.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Explora»

O Explora é uma "verdadeira floresta de fenómenos naturais". Foi assim que o físico Frank Oppenheimer descreveu esta exposição, concebida originalmente para o Exploratorium de São Francisco e que se tornou um clássico dos centros de ciência em todo o mundo. Cada módulo é uma autêntica obra de arte onde o Homem contribui com o engenho, e a natureza com a surpreendente beleza dos seus fenómenos.

A exposição Explora está dividida em cinco áreas temáticas:

Luz: Combinam-se luzes de várias cores, observam-se os efeitos de lentes e de prismas, descobre-se o arco-íris em bolas de sabão e fazem-se muitas outras experiências que lançarão luz sobre os mais variados fenómenos.

Visão: Como funciona o nosso olho? Porque vemos o mundo como vemos? Será que as coisas são exactamente como as observamos?

Percepção: Não vemos apenas com os nossos olhos. O cérebro desempenha um papel fundamental na forma como percepcionamos o mundo. Aqui encontrará ilusões de óptica e desafios de pôr a cabeça a andar à roda.

Ondas: Será que conseguimos ver o som, parar uma onda, observar as harmónicas numa corda de guitarra? Entre na onda, vibre connosco.

Sistemas (bué) complexos: Não se deixe assustar pela complexidade de alguns fenómenos. Desfrute da paisagem de dunas lentamente modeladas pelo vento, sinta a brisa de um tornado, desfaça-o com a sua mão e veja como se forma novamente.

Explore os cerca de 40 módulos interactivos de forma autónoma ou com a nossa ajuda, faça perguntas a si mesmo, faça-nos perguntas a nós, descubra, experimente e desfrute.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«As Aventuras de Pinóquio», de Fernando Gomes

Produção Malaposta, com autoria de Fernando Gomes, inspirado no espectáculo de Carlo Collodi, música de Quim Tó, interpretação de Ana Landum, David Granada, Isabel Ribas, Jorge Estreia e Luís Pacheco, figurinos de Manuel Moreira e Rosário Balby, espaço cénico de Natércia Costa, operação de luz e som de João Neves e Ricardo Moreira.

Uma fantasia musical com toda a magia teatral que este estilo proporciona, ao juntar num mesmo espectáculo diferentes formas de expressão artística: a música, o circo e o teatro de marionetas, a par de uma cuidada estética visual, tanto no cenário e adereços, como no guarda-roupa.
Pinóquio não é apenas aquele menino a quem o nariz cresce quando diz mentiras; ao longo das suas aventuras (e desventuras) ele é o protagonista de diferentes histórias, que permitem inúmeras leituras por públicos de diversas idades.
As personagens com quem Pinóquio se cruza, Gepeto, o Grilo, a Estrela Azul, Mestre Stromboli, o Gato e a Raposa, mostram os diferentes comportamentos do ser humano: defeitos, virtudes, objectivos, propósitos e esperanças.
Esta fábula é ainda um ensinamento de como se deve estar no mundo: com consciência.
Pinóquio é um clássico da literatura infanto-juvenil e um estímulo para a imaginação de todas as gerações.

CARRIS | 736

METRO | Sr. Roubado (linha amarela)

Trabalho de Fátima Mendonça

Esta exposição, comemorativa do quinquagésimo aniversário de Fátima Mendonça, tem obras de 1988 a 2010 que marcam o seu percurso artístico. No seu universo encontramos o medo, a solidão, as mágoas, a violência e a fragilidade humanas, as fantasias trazidas da infância e o confronto com a realidade adulta.

CARRIS |15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

Vimeca | 001, 002, 006, 010, 012, 020, 114

«A Água no Azulejo Português do Século XVIII»

O Museu Nacional do Azulejo em parceria com a EPAL, Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA, apresenta no Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, a exposição "A Água no Azulejo Português do Século XVIII". Realizada no âmbito do IWA - World Water Congress - esta exposição procura reflectir sobre a representação da água no azulejo português setecentista. Os painéis apresentados, alguns deles inéditos, reflectem a visão da água nas diversas vertentes da cultura, da religião à mitologia; do quotidiano à imagem real de uma cidade, Lisboa.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 774

METRO | Rato (linha amarela)

«Gorky e a coleção do CAM»

Nova exposição da Coleção do CAM orientada segundo quatro grandes tópicos: o Retrato, a Natureza-morta, o Surrealismo e a Abstração. Diversas obras de artistas portugueses como Amadeo de Souza-Cardoso, Mário Eloy, Mário Cesariny, Menez ou Paula Rego, dialogam com a obra de Arshile Gorky (c. 1904 - 1948), artista de origem arménia, emigrado nos EUA em 1920. Gorky desenvolveu uma pintura que aliando abstração e surrealismo, constituiu um forte estímulo ao Expressionismo Abstracto norte-americano do pós-guerra, influenciando a arte da segunda metade do século XX.

Arshile Gorky é um artista ainda pouco conhecido do grande público português, ainda que tenha adquirido recentemente uma maior notoriedade internacional, a partir da exposição retrospetiva da sua obra organizada pelo Philadelphia Art Museum em 2009-2010 (apresentada seguidamente na Tate Modern, Londres, e no Museum of Contemporary Art, Los Angeles). Em Lisboa, tem sido exposto com alguma regularidade na Fundação Calouste Gulbenkian onde, devido aos laços arménios, o pintor se encontra representado com três obras na coleção do CAM, e com 57 obras em depósito, propriedade da Diocese da Igreja Arménia de Nova Iorque (Oriental), constituindo este conjunto de obras uma das suas maiores representações na Europa.

Às exposições monográficas de 1984, 1993, 1996 e 2003, o CAM propõe agora uma apresentação conjunta com obras selecionadas da Coleção. A ligação proposta entre Gorky e um conjunto de artistas que não conheceu e com quem não partilhou nenhum espaço físico, segue o vector francófono da produção artística moderna a que Gorky foi particularmente sensível, e que, como sabemos, constituiu a principal influência sentida em Portugal.

CARRIS | 716, 726, 746, 756

METRO | Praça de Espanha ou São Sebastião (linha azul)

«Exposição Permanente (1850-1975)»

«As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.

Assim é obrigação deste Museu Nacional disponibilizar estas coleções, em permanência, aos diferentes públicos que o visitam.

A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.

As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.»

Paulo Henriques

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Baixa-Chiado PT Blue Station (linhas azul e verde)

«Memória da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura»

O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e Cultura".

Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.

A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774

METRO | Rato (linha amarela)

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