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Portal VIVA dois anos após o lançamento

2015-07-03

lançado em julho de 2013 completa dois anos de existência.

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TST | Corte de trânsito na Trafaria

2015-06-26

Dia 28 de junho

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Agenda VIVA julho
«Desenhar sem Apagar» - Amilcar Abreu

«Com pozinhos de perlimpimpim o traço de Amilcar Abreu deslumbrou, com a sua magia, o universo infantil da sua época.
Pim-Pam-Pum, suplemento de o Jornal "O Século", foi semana a semana, nos anos 40 e 50 do século passado, o espaço de diálogo entre os personagens inventados por Amílcar Abreu e os mais pequeninos. O representar de um mundo fantástico, de figuras, figurinhas e figurões, "bons e maus", foi para os rebentos, meninas e meninos desse tempo, um encontro obrigatório. O acenar de uma nova narrativa figurada era uma descoberta constante das boas novas destes amigos inseparáveis - o Pim o Pam e o Pum.(...)»

In catálogo "Desenhar sem apagar", texto de Rui A. Pereira

CARRIS | 15E, 25E, 711, 714, 728, 732, 735, 736, 759, 760, 781, 782, 794.

METRO | Terreiro do Paço (linha azul)

Transtejo/Soflusa | Terreiro do Paço (ligação Montijo e Barreiro)

Arquitetos Designers. Mobiliário e Iluminação.

Apresentada em simultâneo e complementarmente com «Arquitectos Eminentes. Fotografias de Ingrid Von Kruse», esta exposição apresenta uma seleção de peças de design de produto (mobiliário, luminária e pequenos objetos) desenhadas por arquitetos. Prosseguindo o estudo e divulgação da Coleção Francisco Capelo, é dada particular atenção a peças ou autores que não foram ainda expostos ao público.

Estas peças evocam a relação de complementaridade existente entre a prática da arquitetura e a prática do design, em particular ao longo do século XX. Testemunham o modo como vários arquitetos chegaram ao design como um desenvolvimento natural da prática projectual arquitetónica ou traduzem novas conceções de espaço e arquitetura, revelando os diferentes movimentos e estilos que marcaram o século passado.

A exposição apresenta peças da autoria de Alvar Aalto, Franco Albini, Gae Aulenti, Andrea Branzi, Archizoom Associate, Mario Bellini, Achille Castiglioni, Paolo Deganello, Charles Eames, Michael Graves, Vittorio Gregotti, Marc Held Arne Jacobsen, Shiro Kuramata Le Corbusier, Vico Magistretti Massimo Morozzi, Gaetano Pesce, Gio Ponti, Jean Prouvé, Verner Panton, Charlotte Perriand, Alessandro Mendini, Bruno Mathson, Aldo Rossi, Carlo Scarpa, Eduardo Souto Moura, Eero Saarinen, Ettore Sottsass ou do coletivo Superstudio. Alguns dos arquitetos representados são também retratados por Ingrid von Kruse, nomeadamente, Zaha Adid, Mario Botta, Oscar Niemeyer, e Álvaro Siza Vieira.

CARRIS | 15E, 25E, 711, 714, 728, 732, 735, 736, 759, 760, 781, 782, 794.

METRO | Terreiro do Paço (linha azul)

Transtejo/Soflusa | Terreiro do Paço (ligação Barreiro, Montijo)

Arquitetos Eminentes. Fotografias de Ingrid Von Kruse

A exposição, apresentada em simultâneo e complementarmente com «Arquitetos Designers. Mobiliário e Iluminação», reúne seleção de fotografias de Ingrid Von Kruse, designer de formação, que tem vindo a centrar-se no retrato. Acompanham as fotografias a preto e branco, depoimentos e esquissos dos próprios retratados.

O olhar, as mãos e a expressão de cada arquiteto, em paralelo com a caligrafia, o traço e os pequenos pensamentos permitem conhecer melhor, por exemplo, Tadao Ando, Denise Scott Brown, David Chipperfield, Peter Eisenman, Norman Foster, Frank O. Gehry, Zaha Hadid, Rem Koolhaas, Daniel Libeskind, Richard Meier, Oscar Niemeyer, Ieoh Ming Pei, Renzo Piano, Richard Rogers, Álvaro Siza, Oswald Mathias Ungers, Robert Venturi ou Peter Zumthor.

Ingrid von Kruse começa por conversar com o retratado, procurando-o conhecer através do seu trabalho e escritos, processo que reflete-se bem nas fotografias registadas. Usando sempre uma Hasselblad analógica e apenas com luz natural, capta o homem ou a mulher que estão por detrás de uma determinada personalidade pública. Como Martha Thorne defende, as suas fotografias oferecem, em consequência, retratos mais genuínos e intimistas, sinceros e naturais, sem pose e muito próximos da objetiva, captados nos ateliês, nas próprias habitações ou em locais de construção recente.

CARRIS | 15E, 25E, 711, 714, 728, 732, 735, 736, 759, 760, 781, 782, 794.

METRO | Terreiro do Paço (linha azul)

Transtejo/Soflusa | Terreiro do Paço (ligação Barreiro, Montijo)

«Florestas Submersas by Takashi Amano»

O Oceanário de Lisboa propõe uma visita de imersão no maior "nature aquarium" do mundo de florestas tropicais. Trata-se do primeiro aquário no Oceanário de Lisboa, com assinatura de autor: o design do famoso aquascaper japonês Takashi Amano, em associação à música especialmente criada para o efeito por Rodrigo Leão.

Takashi Amano tornou-se mestre internacional da aquariofilia de água doce com a criação dos aquários plantados, os "nature aquarium". A sua notável arte recria a natureza, misturando técnicas de jardinagem japonesas com o conceito wabi sabi, enobrecendo o encontro da beleza com a simplicidade e a imperfeição. Neste caso, o aquário apresentado 4 toneladas de areia, 25 toneladas de rocha vulcânica dos Açores e 78 troncos de árvores da Escócia e Malásia, bem como 46 espécies de plantas aquáticas e 40 espécies de peixes tropicais de água doce.

A convite do Oceanário, o músico Rodrigo Leão criou uma composição inspirada no conceito desta exposição, a fusão perfeita entre a arte e a natureza, que envolve o visitante numa experiência de relaxamento, quietude e simplicidade, motivando-o a descobrir a natureza esculpida pelo tempo. Com um quarteto formado por dois violinos, um violoncelo e uma viola de arco, Rodrigo gravou "Floresta Submersa", uma suite de treze minutos que se revela uma ode à natureza.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«your body is my body — o teu corpo é o meu corpo» - coleção de cartazes Ernesto de Sousa

Uma seleção de cerca de trezentos cartazes de arte e política, nacionais e estrangeiros, feita a partir do acervo reunido por Ernesto de Sousa (1921-1988), ao longo da sua vida e datados entre 1933 e 1988. A Coleção de Cartazes Ernesto de Sousa, integrada na Coleção Berardo, constitui um panorama vasto sobre a produção cultural das neovanguardas em Portugal e na Europa. Mas é também um itinerário imaginário, mapa de muitas viagens, narrativa de encontros, onde a personalidade de Ernesto de Sousa (artista, crítico, curador, poeta, cineasta e agitador cultural) pode ser redescoberta.

CARRIS | 15E, 714, 727, 728, 729, 751.

CP | Belém (linha de Cascais)

Transtejo/Soflusa | Belém (Porto Brandão/Trafaria)

«Loucamente: uma exposição sobre o bem-estar da mente»

"Loucamente" é a nova exposição temporária do Pavilhão do Conhecimento.
Foi produzida em consórcio por três centros de ciência: Pavilhão do Conhecimento (Lisboa), Heureka (Helsínquia) e Universcience (Paris).
É a primeira exposição interactiva de um centro de ciência dedicada ao bem-estar da mente e pretende dar início a uma discussão pública sobre a saúde mental e o seu impacto pessoal e social.
É uma exposição positiva sobre um tema complexo, que quer substituir o preconceito pelo conhecimento, o estigma pela compreensão e incentivar os visitantes a cuidar do seu bem-estar mental.

O que o visitante pode fazer?
Experienciar num ambiente seguro como se sentem as pessoas com determinadas perturbações mentais.
Simular a sensação de ouvir vozes vindas de todos os lados.
Entrar na sala das fobias e na barbearia das psicoses.
Pôr à prova a sua percepção corporal no espelho da autoestima.
Desfazer-se dos seus problemas no triturador de preocupações.
Cometer loucuras saudáveis, como dançar ao som de uma música inspirada pela loucura.
Descobrir como os especialistas em cada época trataram a depressão e a esquizofrenia.
Testar o seu conhecimento sobre as doenças e o bem-estar mental.
Conhecer as perturbações mentais e os seus tratamentos.
Ouvir testemunhos de pacientes portugueses sobre as suas doenças mentais e a forma como lidam com elas.
Testar a memória e a forma como percepciona as emoções.
Enfrentar uma floresta repleta de situações assustadoras.
Representar em frente a um espelho a emoção indicada pela máscara, usando o corpo.
Expressar e desenhar os seus sentimentos com água.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Vê, Faz, Aprende!»

Experimentar, tocar, mexer, observar e concluir. Voltar ao princípio e fazer tudo de novo, agora de forma diferente... Este é o espírito da exposição "Vê, Faz, Aprende!".

Deite-se numa cama de pregos e surpreenda os seus amigos com a sua valentia, descubra que o caminho mais curto nem sempre é o mais rápido e faça a contagem decrescente para o lançamento de um foguetão de hidrogénio.

Especialmente para os mais novos: senta-te ao volante de um carro com rodas quadradas para desfrutar de uma viagem invulgar, descobre a misteriosa chave da arca do tesouro e revela a ciência por detrás de tudo isto.

São mais de 40 experiências sobre fenómenos naturais, conceitos científicos e tecnologia, para todas as idades, ideais para fazer com os amigos e com a família. A única coisa proibida é mesmo não mexer.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Brincar Ciência»

O espaço Brincar Ciência destina-se exclusivamente aos pequenos exploradores da ciência entre os 3 e os 6 anos. É claro que podes trazer alguém mais velho com quem partilhar as tuas descobertas, mas aqui todos têm que pensar como uma criança.

No espaço Brincar Ciência podes vestir um fato de astronauta e entrar dentro de um foguetão. Pronto para a descolagem? Três, dois, zuuuuuuuuuuuuuuuuum... Destino: Lua! E agora, que tal uma corrida na superfície lunar? Não interessa quem chega primeiro. Perder aqui é um assunto de pouca gravidade.

Já chega de andar com a cabeça na Lua. Agora vamos pôr os pés bem assentes na Terra. E as mãos também, como as aranhas. Será que também conseguimos trepar pelas paredes? Uau! Tal como um verdadeiro homem-aranha! O Pavilhão do Conhecimento dá-nos super-poderes. Ah, o que é aquilo que eu estou a ver aqui de cima?

Claro, é a Casa Inacabada, a que não acaba nem por nada, o local favorito da pequenada, a que até a Santa Engrácia deixa envergonhada e outras tantas rimas de enfiada.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Explora»

O Explora é uma "verdadeira floresta de fenómenos naturais". Foi assim que o físico Frank Oppenheimer descreveu esta exposição, concebida originalmente para o Exploratorium de São Francisco e que se tornou um clássico dos centros de ciência em todo o mundo. Cada módulo é uma autêntica obra de arte onde o Homem contribui com o engenho, e a natureza com a surpreendente beleza dos seus fenómenos.

A exposição Explora está dividida em cinco áreas temáticas:

Luz: Combinam-se luzes de várias cores, observam-se os efeitos de lentes e de prismas, descobre-se o arco-íris em bolas de sabão e fazem-se muitas outras experiências que lançarão luz sobre os mais variados fenómenos.

Visão: Como funciona o nosso olho? Porque vemos o mundo como vemos? Será que as coisas são exactamente como as observamos?

Percepção: Não vemos apenas com os nossos olhos. O cérebro desempenha um papel fundamental na forma como percepcionamos o mundo. Aqui encontrará ilusões de óptica e desafios de pôr a cabeça a andar à roda.

Ondas: Será que conseguimos ver o som, parar uma onda, observar as harmónicas numa corda de guitarra? Entre na onda, vibre connosco.

Sistemas (bué) complexos: Não se deixe assustar pela complexidade de alguns fenómenos. Desfrute da paisagem de dunas lentamente modeladas pelo vento, sinta a brisa de um tornado, desfaça-o com a sua mão e veja como se forma novamente.

Explore os cerca de 40 módulos interactivos de forma autónoma ou com a nossa ajuda, faça perguntas a si mesmo, faça-nos perguntas a nós, descubra, experimente e desfrute.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

Trabalho de Fátima Mendonça

Esta exposição, comemorativa do quinquagésimo aniversário de Fátima Mendonça, tem obras de 1988 a 2010 que marcam o seu percurso artístico. No seu universo encontramos o medo, a solidão, as mágoas, a violência e a fragilidade humanas, as fantasias trazidas da infância e o confronto com a realidade adulta.

CARRIS |15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

Vimeca | 001, 002, 006, 010, 012, 020, 114

«Exposição Permanente (1850-1975)»

«As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.

Assim é obrigação deste Museu Nacional disponibilizar estas coleções, em permanência, aos diferentes públicos que o visitam.

A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.

As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.»

Paulo Henriques

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Baixa-Chiado PT Blue Station (linhas azul e verde)

«Memória da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura»

O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e Cultura".

Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.

A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774

METRO | Rato (linha amarela)

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