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2015-01-13

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Até aos 25 anos, 25% de desconto.

2015-01-26

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Agenda VIVA março
«Sílvia» - com Heitor Lourenço, Manuela Couto, Paulo Pires e Gabriela Barros

Produção Sola do Sapato / Margem Narrativa, com tradução e adaptação de Heitor Lourenço e Manuela Couto, encenação de Almeno Gonçalves e interpretação de Heitor Lourenço, Manuela Couto, Paulo Pires e Gabriela Barros.

Gonçalo e Catarina entraram numa fase nova das suas vidas. Os filhos foram para a universidade e o casal mudou-se para Lisboa. Mas Gonçalo não está feliz. Odeia o seu trabalho e precisa de algo mais na sua vida. Até ao dia em que encontra Sílvia.
Sílvia é jovem, linda, divertida, e sente um amor à primeira vista por Gonçalo. A ligação entre os dois é tão forte que Gonçalo decide levar Sílvia para casa, o que não agrada de todo Catarina. É que Sílvia deixa pêlo no sofá. Bebe água da sanita. É inconveniente para as visitas. E ladra.
Sílvia é uma cadela abandonada, que se torna uma obsessão para Gonçalo que encontra nela uma razão para olhar a vida de outra maneira. Mas Catarina acha que a cadela é apenas um escape para uma crise de meia-idade. O que não deixa de lhe fazer ciúmes. Uma rival na sua relação com o marido. Para qualquer lado que se volte, qualquer conversa que tenha, para onde quer que olhe só existe uma coisa: Sílvia. A cadela.
O casamento vai ser verdadeiramente posto à prova através de uma série de complicações hilariantes, onde não faltam amigos estranhos a dar opiniões e até um psicólogo que acaba por perder as estribeiras com o problema do casal.
"Sílvia" é uma comédia onde o humor e a ternura se misturam, tornando o desenrolar da história apaixonante para quem a vê. Qualquer espectador poderá experienciar o riso verdadeiro até à lágrima.
Neste triângulo amoroso, que ganhe a melhor espécie..

CARRIS | 727, 736, 738, 744, 783.

METRO | Picoas (linha amarela) 

«40 e Então?» - Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique

Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique regressam ao palco dez anos depois do sucesso de "Confissões das Mulheres de 30".
Com elas trazem histórias, muitas. São histórias comoventes, histórias divertidas, histórias de afectos, histórias novas, histórias antigas que os anos fazem viver de forma diferente. São histórias contadas por outras mulheres, com vivências diferentes, a quem a idade não assusta ou, se calhar, assusta e muito.
Em "40 e Então?" a vida é assumida sem tabus ou adoçante. A idade é um posto e as actrizes dão voz a textos seus e a autoras como Ana Bola, Helena Sacadura Cabral, Silvia Baptista, Inês Maria Meneses, Rita Ferro, Rute Gil e, sobretudo, a todas as mulheres que já estiveram, estão ou vão entrar na década da ternura.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Portugal à Gargalhada», de Filipe La Féria

Produção, texto, direção, cenografia e figurinos de Filipe La Féria, interpretação de Marina Mota, Maria João Abreu, Joaquim Monchique, José Raposo, Bruna Andrade, Filipe Albuquerque, Patrícia Resende, entre outros.

"Portugal à Gargalhada" é um espectáculo que revisitando a revista à portuguesa, é uma crítica bem-disposta e mordaz à situação do Portugal dos nossos dias e aos seus principais protagonistas. Com a sofisticação dos grandes musicais da Broadway, a nova produção de Filipe La Féria revisita a mais atávica e humorística tradição do género de espectáculo mais apreciado do público português, onde se conjugam: a música, a representação, o bailado, o texto de humor de bom gosto e popular, os cenários deslumbrantes e um guarda-roupa digno dos palcos das grandes capitais do mundo.

CARRIS | 709, 711, 732, 736, 759, Elevador da Glória e Elevador do Lavra.

CP | Rossio (linha de Sintra)

METRO | Rossio (linha azul)

«Paródias: Paula Rego / Rafael Bordalo Pinheiro»

Raphael Bordallo Pinheiro (1846-1905) e Paula Rego (1935) usam a produção artística, sobretudo a gráfica, para transmitir a sua visão crítica da vida e dos costumes portugueses da sua época. As suas obras unem-se porque funcionam, muitas vezes, como elementos diluidores das hierarquias e da diferenciação entre a arte erudita e a popular, sempre comunicante com o tempo presente através das suas vozes, por vezes, mordazes e socialmente interventivas.
A programação de exposições da Casa das Histórias tem sido construída a partir da necessidade de afirmar a sua identidade - enquanto museu monográfico, dedicado à obra da artista Paula Rego - em torno do universo temático, narrativo, disciplinar da artista, de modo a constituir uma programação diversificada, tendo Paula Rego, e também as suas múltiplas fontes e referências como centro e ponto de partida. Assim se justifica a escolha da obra do artista Raphael Bordalo Pinheiro para estabelecer um diálogo, não ilustrativo, com a obra de Paula Rego na próxima exposição na Casa das Histórias Paula Rego.

CARRIS | 207, 727, 736, 738, 744, 783, 798.

METRO | Campo Pequeno (linha amarela)

«FMR - A Colecção Franco Maria Ricci»

A primeira apresentação internacional, após a grande exposição de Colorno (2004), da notável coleção constituída pelo reconhecido designer, editor e bibliófilo italiano, nascido em Parma em 1937.

No MNAA, são expostas cerca de uma centena de obras de pintura e de escultura, do século XVI ao século XX, que nos guiam numa fascinante viagem pela arte da representação humana. Nomes como Filippo Mazzola, Jacopo Ligozzi, Philippe de Champaigne, Bernini, Canova ou Thorvaldsen, entre muitos outros, espelham o gosto heterodoxo do colecionador e ilustram, de forma singular, a História da Arte ocidental.

Carris | 25E, 713, 714, 727

«Como se pronuncia design em português»

Esta exposição tem como objetivo mostrar o desenvolvimento do design português durante os últimos 34 anos. A incidência é colocada nos setores de produção tradicionais, como a cerâmica, vidro, cortiça, calçado, têxtil e madeira, sublinhando a renovação técnica e formal em curso, em diálogo com peças que sendo oriundas da cultura popular, se destacam pela sua identidade. As peças selecionadas são de diversas expressões, de modo a mostrar a diversidade de abordagens do design em Portugal. Inaugurada em dois pólos distintos (Lisboa e Paredes), o conceito e materialização da exposição propõe um circuito entre as duas cidades, apresentando-se ainda um best-off na Beijing Design Week. Por ocasião desta exposição, é editado um catálogo em português/inglês.

CARRIS | 15E, 25E, 206, 207, 208, 210, 706, 711, 714, 728, 732, 735, 736, 746, 759, 760, 774, 781, 782, 783.

CP | Rossio (linha de Sintra e Azambuja)

METRO | Rossio (linha verde)

«Jóias da Carreira da Índia»

Pimenta de Cochim, canela do Ceilão ou cravinho das Molucas não foram os únicos tesouros cobiçados pelos Portugueses na Ásia. Gemas preciosas e jóias cativaram, desde logo, os primeiros aventureiros que desembarcaram das naus da Carreira da Índia. A grande aventura do Oriente, feita por comerciantes, sacerdotes, aventureiros e militares, foi alimentada pelo apelo das preciosidades orientais, "pelo amor do dinheiro e afeição da pedraria", no dizer de Fernão Mendes Pinto. Essa "vã cobiça" que cabia num bolso de viajante, fosse agente, perito ou comerciante de ocasião, todos confiantes no retorno lucrativo de um tráfico não controlado pela coroa. Expansão e conquista territorial, foi também uma jornada missionária que, longe do reino, tornou necessária a criação de instrumentos de doutrina e novas alfaias para maravilhamento dos recém-convertidos. Esse império de objectos lavrados em prata e ouro nasceu da confluência artística de mundos diferentes, estranhos e afastados, cada qual imprimindo uma marca própria, tornando-se variação de modelos trazidos na bagagem de nobres e missionários. Circulação dos modelos que se faz de Ormuz a Goa, descendo pelo Malabar, de Cochim a Bengala pela costa do Coromandel, passando a Taprobana, mas também por esse "Mediterrâneo" do mar da China, desde os estreitos de Malaca aos mares de Java e que entra pelos rios da Ásia ao compasso das monções.

Dá-se a conhecer nesta exposição um impressionante conjunto de várias dezenas de peças de ouro e prata, delicadamente trabalhadas e enriquecidas com preciosas gemas e esmaltes de cores vibrantes. Objectos preciosos que não surgem isolados, para serem fruídos apenas pelos seus méritos artísticos ou valor material, mas contextualizados e enquadrados nas dinâmicas dos tempos que os viram nascer. Um conjunto de obras que nos surpreende e que, como Mendes Pinto, nos levam a dizer: que em meus dias nunca vi cousa tão maravilhosa.

CARRIS | 712

CP | Alcântara Mar (linha de Cascais)

«Il Celebre Pittore»

Iniciada em 1789, a viagem a Itália do jovem pintor Francisco Vieira (mais conhecido como Vieira Portuense) ficou marcada pela sua prestigiante atividade ao serviço da corte ducal de Parma, entre 1794 e 1796.
Esta exposição redescobre os seus trabalhos gráficos desse período, realizados em estreita colaboração com o grande impressor Giambattista Bodoni, divulgando pela primeira vez na Europa obras fundamentais de Correggio e de outros mestres da pintura clássica.

Carris | 25E, 713, 714, 727

«Honey, I rearranged the collection... by artist»

Desvendamos aqui e agora parte de uma extraordinária coleção de cartazes de artista e de exposição, iniciada na década de 1960 e composta atualmente por cerca de 15 mil espécimes. A coleção será mostrada numa série de cinco exposições que irão pontuar o programa da Culturgest até ao final de 2018. O projeto desdobra-se em três capítulos; e como o título sugere (um título pedido de empréstimo a um conjunto de obras do artista Allen Ruppersberg), esses objetos são selecionados e organizados segundo diferentes perspetivas. No primeiro capítulo, a ser completado com uma segunda exposição imediatamente a seguir a esta, são destacados os cartazes de vários artistas que a esse meio dedicaram especial atenção. No segundo, igualmente desdobrado por duas exposições consecutivas, os cartazes serão selecionados e organizados por tópico. Finalmente, os cartazes escolhidos serão alinhados por ordem cronológica.
Por que razão tantos artistas, sobretudo a partir da década de 1960, produziram tantos cartazes, na sua maioria para anunciar as suas próprias exposições, não deixando esse meio de comunicação por mãos alheias (de designers, galerias, instituições)? Por que razão tantos artistas continuaram a produzir cartazes na época da comunicação eletrónica, em que o cartaz foi destronado e tornado obsoleto por meios mais rápidos, mais eficazes e mais económicos de divulgação das exposições?
Estes artistas põem em jogo nos seus cartazes as preocupações, as ideias e as linguagens que caracterizam o seu trabalho num dado momento. Mas não se trata de um simples jogo de reflexos; para muitos deles, os cartazes não estão apenas sob a jurisdição da sua prática artística, mas são parte integrante do seu trabalho, são objetos que valem em si mesmos e por si mesmos, para além (muitas vezes aquém) da sua função de divulgação, frequentemente à revelia de critérios de eficácia comunicacional. Nessa medida, quando vistos no seu conjunto, os cartazes proporcionam uma viagem tão surpreendente quanto fascinante pela obra (e pela carreira) destes artistas. À medida que vamos percorrendo a exposição, somos conduzidos numa viagem igualmente apaixonante pelos meandros da história da arte nos últimos cinquenta anos.

CARRIS | 701, 717, 736, 747, 750, 767, 778, 796, 798.

CP | Entrecampos (linhas de Sintra e Azambuja)

METRO | Campo Pequeno (linha amarela)

«Romeu e Julieta - Uma História de Gatos», a partir de William Shakespeare

Produção TIL - Teatro Infantil de Lisboa, a partir de "Romeu e Julieta" de William Shakespeare, com adaptação de Carlos Manuel Rodrigues, encenação e coreografia de Victor Linhares, música original de Quim Tó, cenografia de Kim Cachopo e figurinos de Rafaela Mapril.

Celebram-se, este ano, os 450 anos do nascimento de W. Shakespeare, e parece-nos oportuno revisitar este clássico intemporal da dramaturgia mundial. Dada a complexidade e profundidade da obra, o TIL optou por desconstruir a história dos eternos amantes, apresentando as personagens como gatos. Assim, nesta versão, os Capuleto são Coletes e os Montecchio são Monteses. Duas famílias inimigas, por razões perdidas no tempo, vão dificultar o namoro dos jovens gatos oriundos de cada uma das famílias. Já que os felinos são hábeis a enganar a morte, pois têm 7 vidas, também nesta versão Romeu e Julieta vencem o grande momento trágico da história, para acabarem juntos a celebrar o amor que unirá as duas famílias para sempre.

METRO | Carnide

«As Aventuras de Pinóquio», de Fernando Gomes

Produção Malaposta, com autoria de Fernando Gomes, inspirado no espectáculo de Carlo Collodi, música de Quim Tó, interpretação de Ana Landum, David Granada, Isabel Ribas, Jorge Estreia e Luís Pacheco, figurinos de Manuel Moreira e Rosário Balby, espaço cénico de Natércia Costa, operação de luz e som de João Neves e Ricardo Moreira.

Uma fantasia musical com toda a magia teatral que este estilo proporciona, ao juntar num mesmo espectáculo diferentes formas de expressão artística: a música, o circo e o teatro de marionetas, a par de uma cuidada estética visual, tanto no cenário e adereços, como no guarda-roupa.
Pinóquio não é apenas aquele menino a quem o nariz cresce quando diz mentiras; ao longo das suas aventuras (e desventuras) ele é o protagonista de diferentes histórias, que permitem inúmeras leituras por públicos de diversas idades.
As personagens com quem Pinóquio se cruza, Gepeto, o Grilo, a Estrela Azul, Mestre Stromboli, o Gato e a Raposa, mostram os diferentes comportamentos do ser humano: defeitos, virtudes, objectivos, propósitos e esperanças.
Esta fábula é ainda um ensinamento de como se deve estar no mundo: com consciência.
Pinóquio é um clássico da literatura infanto-juvenil e um estímulo para a imaginação de todas as gerações.

CARRIS | 736

METRO | Sr. Roubado (linha amarela)

«Para Lá da Pintura»

Com a exposição "Para lá da Pintura" pretendemos mostrar obras de arte feitas com materiais não convencionais mas que não deixam de ter a qualidade exigida.
Menez transportou para um bordado a sua pintura, Lourdes Castro bordou a ponto pé de flor a sombra de uma Inês, a artista brasileira Leda Catunda também usou essa técnica para uma versão da peça Amorosa e Joana Salvador tem um bordado sobre seda e duas tapeçarias. Sofia Leitão mostra duas peças em que usa alfinetes e lantejoulas e nos remete para o vestido duma personagem de Bronzino e para os ricos tecidos de seda do Século XVIII. Joana Vasconcelos apresenta-se com uma Valquíria feita em tricot e Cristina Branco construiu uma paisagem com papéis de cores recortados à mão.
Paula Rego tem três objetos em pano representando personagens de contos tradicionais portugueses - A Princesa da Ervilha, O Gato das Botas e As três Cabeças de Ouro. De Gabriel Abrantes temos seis bonecos de trapos com personagens do seu imaginário.
Do artista americano Barton Lidice Beneš temos duas paletas feitas com dinheiro e uma colagem com a imagem da Vénus de Botticelli e respetiva concha. O artista brasileiro Alex Flemming fez uma reciclagem da roupa que usou pintando-a com tinta acrílica quando chegou ao fim. Temos também um avião feito com tapetes da série Flying Carpets.(...)

CARRIS |15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

Vimeca | 001, 002, 006, 010, 012, 020, 114

Trabalho de Fátima Mendonça

Esta exposição, comemorativa do quinquagésimo aniversário de Fátima Mendonça, tem obras de 1988 a 2010 que marcam o seu percurso artístico. No seu universo encontramos o medo, a solidão, as mágoas, a violência e a fragilidade humanas, as fantasias trazidas da infância e o confronto com a realidade adulta.

CARRIS |15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

Vimeca | 001, 002, 006, 010, 012, 020, 114

«A Água no Azulejo Português do Século XVIII»

O Museu Nacional do Azulejo em parceria com a EPAL, Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA, apresenta no Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, a exposição "A Água no Azulejo Português do Século XVIII". Realizada no âmbito do IWA - World Water Congress - esta exposição procura reflectir sobre a representação da água no azulejo português setecentista. Os painéis apresentados, alguns deles inéditos, reflectem a visão da água nas diversas vertentes da cultura, da religião à mitologia; do quotidiano à imagem real de uma cidade, Lisboa.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 774

METRO | Rato (linha amarela)

«Gorky e a coleção do CAM»

Nova exposição da Coleção do CAM orientada segundo quatro grandes tópicos: o Retrato, a Natureza-morta, o Surrealismo e a Abstração. Diversas obras de artistas portugueses como Amadeo de Souza-Cardoso, Mário Eloy, Mário Cesariny, Menez ou Paula Rego, dialogam com a obra de Arshile Gorky (c. 1904 - 1948), artista de origem arménia, emigrado nos EUA em 1920. Gorky desenvolveu uma pintura que aliando abstração e surrealismo, constituiu um forte estímulo ao Expressionismo Abstracto norte-americano do pós-guerra, influenciando a arte da segunda metade do século XX.

Arshile Gorky é um artista ainda pouco conhecido do grande público português, ainda que tenha adquirido recentemente uma maior notoriedade internacional, a partir da exposição retrospetiva da sua obra organizada pelo Philadelphia Art Museum em 2009-2010 (apresentada seguidamente na Tate Modern, Londres, e no Museum of Contemporary Art, Los Angeles). Em Lisboa, tem sido exposto com alguma regularidade na Fundação Calouste Gulbenkian onde, devido aos laços arménios, o pintor se encontra representado com três obras na coleção do CAM, e com 57 obras em depósito, propriedade da Diocese da Igreja Arménia de Nova Iorque (Oriental), constituindo este conjunto de obras uma das suas maiores representações na Europa.

Às exposições monográficas de 1984, 1993, 1996 e 2003, o CAM propõe agora uma apresentação conjunta com obras selecionadas da Coleção. A ligação proposta entre Gorky e um conjunto de artistas que não conheceu e com quem não partilhou nenhum espaço físico, segue o vector francófono da produção artística moderna a que Gorky foi particularmente sensível, e que, como sabemos, constituiu a principal influência sentida em Portugal.

CARRIS | 716, 726, 746, 756

METRO | Praça de Espanha ou São Sebastião (linha azul)

O Tempo Resgatado ao Mar

Exposição organizada pelo Museu Nacional de Arqueologia e que pretende ser uma proposta de síntese do conhecimento produzido nas três últimas décadas no domínio da arqueologia náutica e subaquática. A exposição apresenta um espólio diversificado, com mais de 300 peças, oriundas de ambientes marítimos, fluviais ou húmidos de todo o território nacional, algumas delas nunca antes mostradas ao público, que cobrem simultaneamente um espectro cronológico, desde a época pré-romana ao século XX.

CARRIS | 15E, 714, 727, 728, 729, 751.

CP | Belém (linha de Cascais)

Transtejo/Soflusa | Belém (Porto Brandão/Trafaria)

«Exposição Permanente (1850-1975)»

«As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.

Assim é obrigação deste Museu Nacional disponibilizar estas coleções, em permanência, aos diferentes públicos que o visitam.

A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.

As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.»

Paulo Henriques

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Baixa-Chiado PT Blue Station (linhas azul e verde)

«Memória da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura»

O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e Cultura".

Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.

A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774

METRO | Rato (linha amarela)

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