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«Os Czares e o Oriente: Ofertas da Turquia e do Irão no Kremlin de Moscovo»

Esta exposição, anteriormente apresentada na Arthur M. Sackler Gallery da Smithsonian Institution em Washington D.C., reúne um notável conjunto de cerca de seis dezenas de peças, oriundas essencialmente da Turquia otomana e do Irão safávida, que constituíram valiosos presentes de prestígio oferecidos a czares russos ou preciosos produtos importados daquelas regiões.


As peças selecionadas, do riquíssimo acervo do Kremlin moscovita, constituíam produtos essenciais na vida da corte russa, apresentados com toda a pompa, em cerimónias oficiais ou serviços religiosos nas catedrais do Kremlin. Destaca-se a apresentação pela primeira vez em Portugal de peças impressionantes pela riqueza das pedras preciosas que as decoram, pelos tecidos sumptuosos de que muitos objetos são feitos e pela qualificada originalidade, desconhecida até agora entre nós.

A exposição "Os Czares e o Oriente..." constituir-se-á como um dos mais originais e ricos conjuntos de peças alguma vez apresentados no Museu Calouste Gulbenkian.

CARRIS | 716, 726, 746, 756

METRO | Praça de Espanha (linha azul)

«Futuro Infinito»

No âmbito das comemorações do Dia Mundial das Telecomunicações e da Sociedade de Informação, 17 de maio 2013, a Fundação Portuguesa das Comunicações apresenta a exposição Futuro Infinito com novas soluções tecnológicas.

Neste espaço, o visitante pode experimentar um conjunto de novas soluções tecnológicas avançadas, potenciadas por redes de grande capacidade e velocidade que convergem numa teia multidimensional, num conceito de futuro infinito.

Em resumo, esta exposição, apresenta soluções de apreensão fácil, esclarece o visitante sobre os conceitos envolvidos e sobre a infinidade de aplicações tecnológicas com as quais podemos construir um futuro melhor. A perspetiva socioeducativa também não é esquecida: promoção da utilização das novas tecnologias interativas da comunicação multimédia entre os visitantes como forma de inclusão numa sociedade crescentemente mais dinâmica e exigente.

CARRIS | 15E, 28E, 25E, 706, 714, 728, 732, 735, 736, 758, 760, 781, 782.

CP | Santos (linha de Cascais)

METRO | Cais do Sodré (linha verde)

Transtejo/Soflusa | Cais do Sodré (ligações a Cacilhas, Montijo e Seixal)

«Exposição Permanente (1850-1975)»

«As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.

Assim é obrigação deste Museu Nacional disponibilizar estas coleções, em permanência, aos diferentes públicos que o visitam.

A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.

As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.»

Paulo Henriques

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Baixa-Chiado PT Blue Station (linhas azul e verde)

«Memória da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura»

O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e Cultura".

Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.

A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774

METRO | Rato (linha amarela)

«Coleção Manuel de Brito - Novas Aquisições»

Nos últimos dois anos, a par das exposições individuais de José Escada e Manuel Baptista e das exposições temáticas Arca de Noé, Artistas Brasileiros e Hortus Botanicus, o CAMB apresentou uma exposição permanente com as obras mais emblemáticas dos artistas portugueses da coleção Manuel de Brito, de Amadeo de Souza-Cardoso a Julião Sarmento.

Agora, nesta nova exposição dá-se continuidade a essa apresentação inserindo novos artistas com obras recentes. Rui Ferreira, David Oliveira, Pedro A.H. Paixão e Pedro Vaz vão expor pela primeira vez no CAMB. Doutros a que já nos habituámos a ver, como Gabriel Abrantes, Ricardo Angélico, Isabelle Faria, João Francisco, Pedro Gomes, Cristina Lamas, João Leonardo, Fátima Mendonça e Rui Serra, apresentam-se obras que ainda não foram mostradas.

De Paula Rego dá-se a ver uma obra de 2012, Do you remember an Inn, Miranda?
E pela primeira vez reúne-se um núcleo significativo de artistas estrangeiros, um pouco de todo o mundo, com obras de Appel, Arman, Georg Baselitz, Barton Lidice Benes, Luis Caruncho, Alan Davie, Sonia Delaunay, Jean-Michel Folon, Peter Klasen, Lindström, Matta, Lúcio Munõz, Mimmo Paladino, José Maria Sicília e Arpad Szenes, entre outros.

CARRIS | 15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

«Era uma vez... Ciência para quem gosta de histórias»

"Era uma vez... Ciência para quem gosta de histórias" é uma exposição interactiva de ciência e tecnologia que explora fenómenos e conceitos das ciências naturais, como a Física, a Química, a Matemática, a Geologia e a Biologia, mas também das ciências sociais e de outras áreas do saber.

Será possível construir uma casa de palha que resista ao sopro do lobo? E uma máquina que desmascare as mentiras do Pinóquio? Porque tinha afinal o lobo uma boca tão grande? Conseguimos dar uma ajudinha à Hansel e ao Gretel para encontrar o caminho de volta para casa? Poderá o João ter uma pegada maior do que a do gigante? Teria a Branca de Neve um problema sério de despigmentação?

Perdermo-nos numa floresta é bem melhor do que nos perdermos no trânsito, especialmente se conseguirmos sentir o passar das quatro estações, os cheiros, as texturas das árvores. E ainda encontrar uma mão cheia de fábulas: um sapo que quer ser boi, uma cegonha prevenida para o mau feitio de uma raposa e uma tartaruga que não deixa que lhe dêem a volta.

"Era uma vez... Ciência para quem gosta de histórias" foi inteiramente produzida pelo Pavilhão do Conhecimento com a colaboração científica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, do Instituto de Telecomunicações (Instituto Superior Técnico), do Instituto de Sistemas e Robótica (IST), do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Universidade do Porto), do Porto Interactive Center (UP) e do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.

A exposição contou, desde o seu início, com o acompanhamento e consultoria de uma comissão científica presidida por Jorge Buescu (Departamento de Matemática da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa) e composta por Alexandra Nobre (Centro de Biologia Molecular e Ambiental, Departamento de Biologia da Universidade do Minho), Ana Margarida Ramos (Departamento de Línguas e Culturas da Universidade de Aveiro) e Miguel Borges de Almeida (Doutoramento em Engenharia Electrotécnica do IST e em Computer Science pela Aalto University, Finlândia).

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Lucien Donnat: Um Criador Rigoroso»

A exposição, que resulta de uma parceria entre o Museu Nacional do Teatro e o Teatro Nacional D. Maria II, divide-se entre dois espaços: no Museu Nacional do Teatro onde está ilustrado o percurso cronológico do trabalho de Donnat, sobretudo como cenógrafo, figurinista e decorador (inaugurada a 9 de Janeiro), e no Teatro Nacional D. Maria II, destaca-se a peça "Antígona" espetáculo de estreia de Mariana Rey Monteiro em Abril de 1946. A exposição estará patente até final de julho.
Em janeiro de 2013, o Museu Nacional do Teatro recebeu uma doação de Lucien Donnat (1920-2013), correspondendo ao desejo expresso em vida por este cenógrafo, figurinista e decorador, a qual veio completar a primeira grande doação de desenhos originais realizada em 1999.

CARRIS | 709, 711, 732, 736, 759, Elevador da Glória e Elevador do Lavra.

CP | Rossio (linha de Sintra)

METRO | Rossio (linha azul e verde)

«Capitão Miau Miau», de Jorge Courela

Espetáculo com autoria de Jorge Courela e encenação de Fernando Gomes.

O espetáculo "Capitão Miau Miau" é um musical para crianças de todas as idades da autoria do músico e compositor Jorge Courela, inspirado nas aulas de música no pré-escolar.
É uma parábola alegórica que nos leva numa viagem de busca, descoberta e realização de sonhos, de encontro à nossa própria essência.
Os três heróis desta aventura representam a trindade Corpo, Alma, Espírito.

CARRIS | 736

METRO | Sr. Roubado (linha amarela)

«A Conclusão da Precedente» - Ana Jotta

A expressão que dá o título a esta exposição foi encontrada por Ana Jotta (Lisboa, 1946) num livro, e por ela anotada num dos caderninhos onde vai inscrevendo palavras e expressões a que recorre frequentemente para dar título a algumas das suas obras e exposições, e que muitas vezes desempenham um papel generativo no seu processo criativo. É um título declaradamente irónico, ao situar a presente mostra enquanto conclusão da retrospetiva do seu trabalho no Museu de Serralves, no Porto, em 2005. Se há obra que se furta a qualquer linearidade cronológica, que despista constantemente a possibilidade de arrumação por fases ou períodos, é a obra radicalmente polimorfa de Ana Jotta. "A Conclusão da Precedente" é uma antológica do seu trabalho desde aquela retrospetiva, mas, contrariamente ao protocolo habitual neste tipo de exposições, a abordagem aqui adotada é eminentemente fragmentária, não sistemática, recusando desde logo a reconstituição dos sucessivos conjuntos ou séries de obras através dos quais a sua prática artística se foi processando e desdobrando nos últimos cerca de oito anos. A exposição não se limita, no entanto, a baralhar e a dar de novo. No seu cerne está um extenso núcleo composto por aquilo a que a artista chama "notas de rodapé": uma parafernália de coisas que, na sua atividade constante de respigadora e de colecionadora, ela foi reunindo na sua casa ou no seu ateliê, e que vão participando, de diferentes modos, no seu processo criativo.

CARRIS | 701, 717, 736, 747, 750, 767, 778, 796, 798.

CP | Entrecampos (linhas de Sintra e Azambuja)

METRO | Campo Pequeno (linha amarela)

«Marginalia» - Pedro Casqueiro

O que nesta exposição se dá a ver são obras que Pedro Casqueiro (Lisboa, 1959) foi fazendo, desde o início da década de 1990, em paralelo às rotinas da sua prática de ateliê, e à margem da produção de pintura pela qual foi sendo conhecido. São obras feitas de forma intermitente, ao sabor das circunstâncias, com grande espontaneidade e elevado grau de improvisação - sem rede de proteção, digamos assim. São, muitas delas, em maior ou menor grau, experiências, hipóteses de trabalho, devaneios, coisas desalinhadas, que não encontraram o seu lugar. Não por acaso, a maioria não teve qualquer exposição como destino; permaneceu no ateliê ou foi parar às mãos de amigos. Mesmo as peças que foram mostradas - por exemplo, as que fez em colaboração com Ana Jotta, incluídas na exposição dos dois artistas na Galeria Alda Cortez, em 1994, ou as pequenas pinturas, frequentemente organizadas como dípticos ou trípticos, com imagens retiradas de um manual de truques de prestidigitação, expostas na Galeria Módulo, em 1996 - constituem um flagrante desvio aos desenvolvimentos principais da sua pintura. Na maioria dos casos, não se vislumbra a sua assinatura, a sua marca autoral, tal como ela se foi declinando em diferentes fases. O que faz conviver as obras agora escolhidas é justamente serem atípicas, anómalas no corpo de trabalho do artista. As suas propriedades e qualidades (e algumas são verdadeiramente notáveis) justificam plenamente serem mostradas - e mostradas em conjunto. Nessa medida, esta é uma exposição que escreve direito por linhas tortas, proporcionando um encontro, ou reencontro, improvável (e auspicioso!) com o trabalho de Pedro Casqueiro.

CARRIS | 701, 717, 736, 747, 750, 767, 778, 796, 798.

CP | Entrecampos (linhas de Sintra e Azambuja)

METRO | Campo Pequeno (linha amarela)

«Preso Por Fios» - Nadia Kaabi-Linke

Nascida em 1978 em Tunis (Tunísia), a obra de Nadia Kaabi-Linke faz-nos refletir sobre como a maior violência está precisamente naquilo que não é nem filmado nem fotografado, que não é abertura de telejornais nem faz capas de imprensa ou ocupa ecrãs de computador. Faz-nos pensar nos mecanismos invisíveis de controlo da sociedade contemporânea, desde as câmaras que nos vigiam nas cidades até aos telemóveis: somos observados e escutados sem sabermos quem nos observa e escuta.

"Presos por fios" no sentido duplo: presos ao lugar de onde vieram, em termos de memória, e história; e presos dentro do lugar em que agora vivem porque se tem que adequar a novos sistemas de vida e leis. São estrangeiros, sempre estrangeiros.

As obras de Kaabi-Linke, das esculturas ao vídeo, aliam uma sofisticação conceptual e pensante a uma sensorialidade plástica sedutora. Veja-se como a escultura Smooth Criminal é aparentemente frágil e preciosa como uma joia mas que, ficamos a saber depois - se nos quisermos informar, é claro -, foi feita por pescadores da região do Golfo para ser usada como uma armadilha para peixes.

CARRIS | 716, 726, 742, 746, 756

METRO | Praça de Espanha (linha azul) ou São Sebastião (linhas azul e vermelha)

«A Casa» - Pedro Duarte

«Passados 9 anos, voltei a entrar na casa onde também cresci.
Aliei-me à minha máquina analógica, que me oferecia o aspecto de película mais antiga - como as memórias que revisitei, o lado mais cru - como as imagens que me surgiam, a vertente mais real - como as emoções que me assolavam.
Ao olhar pelo visor vi tudo sem ver nada.
As pessoas costumam tirar fotografias para eternizar o momento. neste trabalho, foram os momentos eternizados em mim que ditaram as fotografias.
Gostei da ideia de usar a distância de uma abordagem documental para camuflar a intensidade de um testemunho emocional.
Gostei de criar um espaço onde me relembro mas que é, simultaneamente, um convite a que outros o façam.
Pensei que a força desta história estava no facto de ser minha.
Mais tarde percebi que devia a sua grandeza ao facto de ser a história de toda a gente.»

Pedro Duarte

CP | Cascais 

Scotturb | 401, 402

«A convocação de todos os seres» - Luisa Correia Pereira

Luisa Correia Pereira (Lisboa, 1945-2009) produziu, ao longo de quase quatro décadas, uma obra idiossincrática de pintura e de desenho, com notáveis fulgurações, mas que uma grande parte do mundo da arte desconhece ou à qual permanece indiferente.
Em 2003, a Fundação EDP organizou, em colaboração com o Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian, uma exposição individual de Luisa Correia Pereira (Fiat Lux: Paris–Lisboa), que pretendia assumidamente reparar tal injustiça. A exposição estabelecia um contraponto entre uma seleção de trabalhos (pinturas a acrílico sobre tela e guaches e aguarelas sobre papel) do início da década de 1970 e um núcleo de pinturas e de desenhos realizados no final da década de 1990, pertencentes, na sua maioria, a duas importantes séries (Jogos Infantis e Desportos e Jogos).
A convocação de todos os seres centra-se na obra gráfica (águas-fortes e águas-tintas, linóleos, xilogravuras, monotipias) de Luisa Correia Pereira, datada de 1971 a 1974, anos fundadores e fundamentais da sua prática artística, durante os quais viveu em Paris. Apesar da extraordinária importância deste conjunto de trabalhos no contexto da sua obra, a maior parte deles permaneceu inédita até à sua apresentação na Culturgest do Porto, no verão de 2011. Esta exposição, agora reposta em Lisboa, é um contributo para a (re)descoberta da obra desta artista e para a reavaliação do seu lugar numa história da arte contemporânea portuguesa a necessitar urgentemente de outras narrativas.

CARRIS | 701, 717, 736, 747, 750, 767, 778, 796, 798.

CP | Entrecampos (linhas de Sintra e Azambuja)

METRO | Campo Pequeno (linha amarela)

«O Peso do Paraíso» - Rui Chafes

"O Peso do Paraíso" é o título da primeira exposição antológica da obra de Rui Chafes (Lisboa, 1966) que abrange vinte anos de produção.

A pesquisa da escultura em ferro empreendida por Chafes aborda questões como "o sonho", "a morte", "a dor", criando um universo físico poderoso que exige um contacto direto com o visitante. Um dos mais importantes artistas da sua geração, Chafes é uma notável figura do movimento de retorno à escultura que se verificou em finais do século XX.

Mais de uma centena de obras ocuparão a Nave do CAM e as salas imediatamente precedentes, bem como o jardim, ora escondendo-se por entre os arbustos, ora provocando encontros com o visitante.

Uma das peças novas, entre as quatro esculturas criadas para a exposição, faz precisamente a ligação entre a nave e o jardim. Um universo de ferro negro em que o peso e a leveza, o chão e o teto, o alto e o baixo, o duro e o mole, o interior e o exterior, o cheio e o vazio, a suspensão e a queda coabitam. Paradoxos que levam a uma vasta produção de esculturas densas e pesadas mas quase sempre com uma aparência frágil e leve, uma gravidade atmosférica, uma queda para cima. A mostra inclui duas obras de Rui Chafes em colaboração: uma com a artista irlandesa Orla Barry e outra com o cineasta Pedro Costa.

CARRIS | 716, 726, 746, 756

METRO | Praça de Espanha ou São Sebastião (linha azul) 

«Narrativa Interior» - João Tabarra

A exposição "Narrativa Interior" de João Tabarra (Lisboa, 1966) abrange trabalhos realizados ao longo dos últimos vinte anos, incluindo uma série de obras especificamente concebidas para a exposição, em que o artista desenvolve uma investigação sobre o uso, o poder e as possibilidades históricas da imagem. Com recurso a uma linguagem poética e uma disposição cinematográfica, a exposição é também o lugar para um questionamento e uma reflexão crítica sobre o papel social do indivíduo, convidando-o a tornar pública a sua própria paisagem interior.

CARRIS | 716, 726, 746, 756

METRO | Praça de Espanha ou São Sebastião (linha azul)

«D. Quixote», a partir de Miguel de Cervantes

Produção TIL - Teatro Infantil de Lisboa, a partir de Miguel de Cervantes, com música e direcção musical de João Paulo Soares, encenação e coreografia de Victor Linhares, texto de Carlos Manuel Rodrigues, cenografia de Kim Cachopo, figurinos de Rafaela Mapril, desenho de luz de Paulo Sabino, interpretação de Agostinho Macedo, Adriana Pereira, Ana Freitas, Henrique Macedo, Kim Cachopo, Maria João Vieira, Miguel Vasques, Paulo Neto e Andreia Ventura, luz de Manuel Pires, som de Zé Nuno.

Ao escrever Don Quijote, Miguel de Cervantes pretendia ridicularizar os livros de cavalaria, por narrarem histórias fantásticas. No seu Livro a personagem principal é um nobre que enlouqueceu porque não parava de ler romances, querendo imitar os seus heróis preferidos.
Na verdade, o fidalgo chamava-se Alonso Quijano e acreditava de tal modo nos ideais cavalheirescos de amor, paz e justiça que decidiu viajar por Espanha defendendo esses valores.
Numa região chamada Mancha, escolheu chamar-se Don Quijote de La Mancha. Apelidou um velho cavalo de Rocinante e elegeu uma mulher para seu ideal a quem dedicou o seu amor: uma camponesa que ele viu como uma dama da nobreza e a quem chamou Dulcineia del Toboso. Dom Quijote, nas suas aventuras levou Sancho Pança, um pobre camponês.

CARRIS | 729

METRO | Carnide (linha azul)

«Camões, Príncipe dos Poetas», de Carlos Manuel Rodrigues

Produção TIL - Teatro Infantil de Lisboa, com texto de Carlos Manuel Rodrigues, cenografia de Kim Cachopo, interpretação de Adriana Pereira, Agostinho Macedo, Ana Freitas, Henrique Macedo, Kim Cachopo, Maria João Vieira, Miguel Vasques e Paulo Neto, luz de Manuel Pires.

Sobre a vida de Camões poucas são as certezas, embora saibamos da probabilidade de uma existência dura com prisões, viagens, naufrágios, humilhações e pobreza. Homem de personalidade complexa, foi um pensador que reflectiu sobre os acontecimentos sociais, políticos e culturais, meditando sobre o amor, o saber e o destino da sua pátria. "Os Lusíadas", referência literária para a nossa língua e cultura, narra os feitos grandiosos do povo português, desde tempos imemoriais até ao tempo do autor. Pela sua qualidade poética, como pelo sentimento patriótico de que faz testemunho, é exaltada como a maior obra da literatura portuguesa.
Como levar à cena uma peça baseada na sua vida e obra? Decerto de muitas maneiras, tal a grandeza do génio. Neste espectáculo, vamos cantar os seus poemas, representar e dançar as suas aventuras e desventuras, os seus amores e desamores e os seus sonhos.

CARRIS | 729

METRO | Carnide (linha azul)

«O Exótico nunca está em casa? A China na faiança e no azulejo portugueses (séculos XVII-XVIII)»

Este ano assinalam-se os 500 anos dos contactos luso-chineses, com o desembarque de Jorge Álvares no sul da China, em 1513.
Em Portugal, porta de entrada preferencial no Ocidente do que chegava da China, o azulejo e a faiança assimilaram ecos da porcelana e dos têxteis produzidos no outro lado do mundo.
Mais tarde, e fruto do fenómeno da Chinoiserie, que se estendeu por toda a Europa, a reinvenção da China deu origem à criação de uma série de objectos que pretendiam retratar um quotidiano longínquo.
É o testemunho desta moda que pode agora ser visto através de um conjunto de 75 peças provenientes do acervo do MNAz, de outras instituições e de colecções particulares.

CARRIS | 210, 718, 742, 759, 794.

«Lucien Donnat: Um Criador Rigoroso»

A exposição, que resulta de uma parceria entre o Museu Nacional do Teatro e o Teatro Nacional D. Maria II, divide-se entre dois espaços: no Museu Nacional do Teatro onde está ilustrado o percurso cronológico do trabalho de Donnat, sobretudo como cenógrafo, figurinista e decorador (inaugurada a 9 de Janeiro), e no Teatro Nacional D. Maria II, destaca-se a peça "Antígona" espetáculo de estreia de Mariana Rey Monteiro em Abril de 1946. A exposição estará patente até final de julho.
Em janeiro de 2013, o Museu Nacional do Teatro recebeu uma doação de Lucien Donnat (1920-2013), correspondendo ao desejo expresso em vida por este cenógrafo, figurinista e decorador, a qual veio completar a primeira grande doação de desenhos originais realizada em 1999.

CARRIS | 703

METRO | Lumiar (linha amarela)

«Exposição Temporária Não Temática»

A partir do dia 1 de Fevereiro, abrirá ao público, no Salão de Exposições Temporárias do Museu do Brinquedo de Sintra, uma exposição não temática com brinquedos de todos os tempos. Poderemos encontrar o Noddy, as Barriguitas, os Estrumpfes, Pez, Lego, Playmobil, comboios Brinquedos artesanais, entre muitos outros...
Uma exposição a não perder para filhos, pais e netos!

CP | Sintra

Scotturb | 403, 417, 418, 433, 434, 435, 467

«RE-MOVE» - Sofia Pidwell e Yonamine

Exposição conjunta de Yonamine e Sofia Pidwell, intitulada "RE-MOVE".

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 774

METRO | Rato (linha amarela)

«Cabelos em Pé», de Fátima Effé

Produção Lua Cheia Teatro Para Todos, com texto de Fátima Effé, interpretação de André Leitão, manipulação por Ana Enes e André Leitão, direção cénica de Maria João Trindade, música original de Cristiano Barata, sonoplastia e execução musical por Cristiano Barata, Moz Carrapa e Rui Alves, marioneta de Marta Fernandes da Silva, espaço cénico de Maria João Trindade e Ricardo Trindade.

Rodi decidiu enfrentar o desafio mais inquietante da sua vida… averiguar, perguntar, cheirar, procurar até descobrir o que é... o Medo! Mas que força tenebrosa é essa, que rosto tem e onde mais se esconde…? Na verdade, quem saberá o que é o Medo? E quantos medos existem, afinal? Mas terá o nosso explorador, Rodi, coragem para levar a bom termo esta arriscada aventura… de coração aos saltos e cabelos em pé?

CARRIS | 736

METRO | Sr. Roubado (linha amarela)

«Febre: 15 Artistas Contemporâneos de Macau»

Uma exposição que marca os 15 anos da transferência da Administração do Território de Macau de Portugal para a República Popular da China. Nos 66 trabalhos que compõem esta mostra pode encontrar-se uma variedade de estilos e materiais com cada artista a explorar uma expressão distinta. Continuando a herança histórica da cidade, com séculos de diálogo entre o Oriente e o Ocidente, esta exposição reúne artistas até aos 45 anos nas áreas da pintura, escultura, fotografia e vídeo. Febre é uma meditação sobre o território de Macau enquanto exemplo privilegiado de encontros culturais para o século 21.
A exposição, comissariada por José Drummond apresenta obras de James Chu, Lai Sio Kit, Alice Kok, Nick Tai, Eric Fok, Cau Guo Jie, Fortes Pakeong Sequeira, Coke Wong, Hong Wai, Ann Hoi, Julia Lam, Tong Chong, Peng Yun, Lio Hak Man, João Ó.
Esta é a segunda vez que a Art For All Society se mostra no Museu do Oriente, numa convergência de energias entre a Fundação Macau e a Fundação Oriente.

CARRIS | 712

CP | Alcântara-Mar (linha de Cascais)

Trabalhos de Jiang Shanqing

Jiang Shanqing, grande pintor contemporâneo chinês, nasceu em Haining em 1961. Dizem-no "habitado por uma luta interior entre o racional e a intuição". Todo o seu saber reside no facto de conseguir dominar a tinta sobre o papel chegando a criar diferentes tonalidades de manchas. Segundo Yves Kobry critico e historiador de arte "se a fonte de inspiração de Jiang Shanqing é profundamente chinesa, quer pelo espírito que o habita quer pelas técnicas empregues, ela não é estranha para um ocidental lembrando, pela dinâmica gestual, certos artistas do século XX como Jackson Pollock". No entanto existe uma diferença. Jiang nunca satura o espaço, antes deixa o movimento flutuar livremente no suporte de papel, conservando assim a sua autonomia e dinâmica. Por mais abstracto que seja o motivo, o mundo visível permanece sempre subjacente e conserva o seu poder evocativo.
O mesmo acontece com algumas das suas caligrafias que o artista deforma, abstraindo-se do signo até que este perca o seu significado, ainda que conservando a sua força sugestiva à maneira de um acorde musical.
or mais complexa que seja a composição, a harmonia, o equilíbrio provêm da densidade, da difusão da tinta que faz a mancha e do espaço deixado para respirar.

CARRIS | 712

CP | Alcântara-Mar (linha de Cascais)

«Itinerários» - Arlindo Frota

Arlinda Frota dedica-se à pintura em porcelana desde há perto de duas décadas, quando ainda exercia a sua outra profissão de médica internista. Foi exactamente em Macau - essa cidade que é ponte entre culturas - que a artista recebeu ensinamentos de uma mestra portuguesa e adquiriu o traço fino com que se deleita a criar harmonia, na superfície imaculada da porcelana.
E Arlinda Frota pinta os seus objectos decorativos - peças variadas que vão da taça mais delicada à pequenina caixa para jóias - como se estivesse a pintar um quadro, isto é, com a mesma paixão do pintor diante da sua tela.
Só que o seu mundo é um universo pequenino, como que a exprimir ternura pela decoração em miniatura e pelas cores que escolhe e compõe o que sai do seu mundo interior, da sua imaginação.
Muitos foram os caminhos que a conduziram à perfeição das suas peças, de Macau à Coreia, da Indonésia a Lisboa ou a Luanda.
São estes mundos diversos que se encontram numa síntese artística que prima, efectivamente, por uma extrema originalidade.

CARRIS | 712

CP | Alcântara-Mar (linha de Cascais)

«O Regresso a Casa», de Harold Pinter

Co-produção TNDM II / TNSJ / Artistas Unidos, com texto de Harold Pinter, tradução de Pedro Marques, encenação de Jorge Silva Melo, cenografia e figurinos de Rita Lopes Alves, desenho de luz de Pedro Domingos, interpretação de João Perry, Marco Delgado, Maria João Falcão, Jorge Silva Melo, Elmano Sancho e João Pedro Mamede.

Uma casa modesta de um bairro operário do Norte de Londres. É onde se passa a ação. Tudo começa quando Lenny, professor universitário, regressa à casa do seu pai, Max, para lhe apresentar a mulher, Ruth. Não estamos entre intelectuais: Max foi talhante, o tio é taxista, o irmão mais novo quer ser boxeur, o do meio move-se no meio da prostituição. São vários homens, uma mulher. Mas o que se passa quando Ruth decide aceitar que o marido se vá embora sem ela? E, aceitando prostituir-se, integrar aquela família? Vence a submissão sexual? Ou estamos a ver o caminho da sua independência? Sexo, poder masculino, luta: uma família num dia banal que, como tantos, em Harold Pinter, começa com um homem sozinho lendo, de manhã, um jornal. Ameaças, jogos de animais predadores - ou de répteis venenosos? E o que é esta casa aparentemente banal, com escadas e móveis baratos? Um tempo em que passado e presente se misturam, uma casa de sonhos?

CARRIS | 12E, 15E, 711, 714, 732, 736, 737, 759, 760 e Elevador de Santa Justa

CP | Rossio (linha de Sintra)

METRO | Rossio (linhas azul e verde)

«Brejo» - Tânia Cadima

"Brejo é um ensaio de natureza pessoal, autobiográfico, que pretende explorar um lugar que me é familiar mas do qual guardei sempre uma certa distância. As visitas são geralmente escassas e curtas. Desta vez regresso ao Brejo com tempo e é com pronta melancolia que testemunho e documento a minha própria ausência.

Brejo aparece como lugar duplo. Um lugar geográfico, caracterizado pela proximidade de água, fontes e ribeiros, terrenos circundantes pantanosos, pela presença abundante de vegetação, mato, sombras frias e húmidas e pela constante passagem do vento. Um lugar psicológico, aquele para onde se vai quando se cai em esquecimento, quando se é elevado ao abandono, onde se cumpre uma pena."
Tânia Cadima

CARRIS | Colégio Militar (linha azul)

METRO | 703, 729, 764, 765, 767, 799

«Ilhas do Mar: Artistas Açorianos na Colecção Manuel de Brito»

"Ilhas do Mar" é um tributo a António Dacosta no ano do centenário do seu nascimento. Em 2008, o CAMB realizou uma exposição do artista com as obras da Coleção Manuel de Brito.

António Dacosta é considerado unanimemente pelos críticos de arte um dos pintores portugueses mais importantes do século XX. Foi um dos expoentes máximos da pintura surrealista, tendo deixado de pintar durante trinta anos e reaparecendo nos anos oitenta com uma obra de tal modo jovem e inovadora que influenciou praticamente todos os novos pintores dessa década.

Nesta mostra vamos alargar a exposição mostrando também obras de outros artistas açorianos como Ana Vieira, Catarina Branco, Carlos Carreiro, Luís França, Medeiros Cabral, Miguel Rebelo, Tomaz Vieira, Victor Almeida e Urbano.

Esta exposição mostra várias sensibilidades e técnicas mas, na maioria das obras, uma forte influências das ilhas, fonte inspiradora de tantos escritores, poetas e pintores, com as suas tradições, a sua beleza e, simultaneamente, com o medo a pairar pela ameaça da natureza.

CARRIS |15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

Vimeca | 001, 002, 006, 010, 012, 020, 114

«Caixa Forte» - Fernando Mendes

"Caixa Forte" é uma comédia com Fernando Mendes, Carla Andrino, Cristina Areia e Frederico Amaral. Fernando Mendes é Rogério, um segurança de um banco, que numa sexta-feira se prepara para um dia normal de trabalho ao acompanhar um casal de clientes ao interior da caixa forte. Minutos depois de entrarem, a porta da caixa forte fecha-se automaticamente, deixando o segurança e o casal de clientes encurralados no seu interior.
Assim, um segurança bonacheirão, uma rica arrogante e o seu jovem e maltratado marido vão ter de aprender a conviver juntos e arranjar um plano que lhes permita sobreviver até segunda-feira, altura em que a porta se voltará a abrir.
Dentro da caixa forte os telemóveis não funcionam, não há maneira de contactar com o exterior, só há uma garrafa de água e - o mais grave, na opinião de Rogério - não há chanfana.
Durante uma hora e meia, os três vão conhecer-se, odiar-se, discutir o canibalismo, confessar os seus pecados, arranjar maneira de ultrapassar o facto de não haver uma casa de banho, ouvir Jorge Fernando e... sobreviver. Sobreviver à clausura e, mais difícil, sobreviver às conversas e teorias do segurança.
Resta saber se todos estão ali pelas razões que aparentam e se alguém os salvará antes de segunda-feira.
"Caixa Forte" é uma comédia escrita por Frederico Pombares, Henrique Dias e Roberto Pereira.

CARRIS | 727, 736, 738, 744, 783.

METRO | Picoas (linha amarela)

«(40)», de Lourenço Henriques

Espectáculo com texto de Lourenço Henriques, encenação e espaço cénico de Rui Neto, interpretação de Joana Figueira e Pedro Oliveira, luz de João Rafael Silva, caracterização de Tatiana Araci, cenografia em ferro de Rui Miragaia.

40 são os anos da revolução de Abril. Mas é também a idade da ditadura. Num país onde as palavras "crise" e "iphone" são as mais ouvidas, "(40)" é uma reflexão sobre o estado das coisas. Um aniversário e o balanço de 40 anos. O que há a celebrar quando tudo se mistura e se torna difuso? Onde o que parece nunca é, e o que é deixa de o ser.

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Chiado (linhas azul e verde)

«Check Mater», de Sandra José

Espectáculo com texto de Sandra José, interpretação e encenação de Susana Vitorino, direção de atores de Luísa Ortigoso.

"Check Mater" é o encontro decisivo entre duas mulheres, duas mães, de nome Maria, que sofrem a morte de seus filhos em diferentes dimensões. Qual o limite para a nossa fé? Seremos, todos nós, resultado das fés que temos? A inexplicável força de ser mãe e filha num jogo pela vida onde não há minutos que se ganham ou perdem, por quem luta ou desiste. O divino e o terrestre de mãos dadas pela mesma razão.
Este texto confronta duas mães, numa reza final, onde o prémio é a própria vida. Baseado em fatos reais, "Check Mater" existe porque as pessoas existem.

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Chiado (linhas azul e verde)

«O Culpado», de Álvaro Faria

Produção Teatro a Tiracolo, com texto e encenação de Álvaro Faria, interpretação de Carlos Martins da Fonseca, Tiago Peralta e Laura L. Tomaz, cenografia de Laura L. Tomaz.

"O Culpado" pode receber a estranha classificação de monólogo para três actores. Com efeito, embora haja três personagens em cena, só uma delas fala. O que seria suposto constituir uma conversa entre duas pessoas transforma-se num solilóquio, pois uma delas nunca consegue intervir. Isto passa-se numa esplanada de café, cuja empregada também participa silenciosamente na acção.
Pelo seu teor e a sua localização, esta pequena peça numa única cena poderia fazer parte de um de café-teatro. Trata-se de uma rábula com humor amargo e grotesco, em que alguém procura encontrar o culpado de tudo lhe correr mal na vida.

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Chiado (linhas azul e verde)

«Direito ao Assunto», de Carlos Alves

Espectáculo com autoria de Carlos Alves, encenação de Carlos Alves e Ana Campaniço, interpretação de Carlos Alves e Ana Campaniço.

Uma mulher está detida por um crime que não cometeu. É suspeita de um assalto a uma tabacaria. É persistentemente interrogada por um inspector. As respostas da mulher não vão ao encontro das questões do polícia. No entanto, elas revelam um outro crime, bem mais grave, que o inspector não interpreta na sua cegueira pelo caso que tem entre mãos.

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Chiado (linhas azul e verde)

«Festas de Garagem», de Carlos J. Pessoa

Co-produção TNDM II / Teatro da Garagem, com autoria e encenação de Carlos J. Pessoa, cenografia e figurinos de Sérgio Loureiro, música de Daniel Cervantes, vídeo de Nuno Nolasco e Nuno Pinheiro, interpretação de Maria João Vicente, Miguel Mendes, Nuno Nolasco, Nuno Pinheiro e atriz a designar.

«"Festas de garagem" é um projeto que faz parte do Ciclo "Cara ou coroa", que o Teatro da Garagem levará a cabo no quadriénio 2013-2016. Neste espetáculo, propomos uma reflexão sobre a adolescência, não só como momento iniciático, mas, sobretudo, como momento no qual se forja o caráter, através do imaginário plural das festas de garagem. Estas "festas” convocam, desde logo, momentos de intersubjetividade, passíveis de uma tensão emocional, cuja natureza se configura como espaço limiar. Isto determina momentos de transgressão, ou incorporação, nos quais se tenta compreender, e determinar o mundo, ao som de um slow, mas com o coração a bater a 100 à hora. O espaço da Garagem é pois o nosso teatro, zona de experimentação e reconhecimento, na qual nos podemos encontrar uns com os outros e meditar sobre a Cidade. Em Festas de garagem coexistem três planos: o da memória, no regresso ao instante da festa; o da ação, na urdidura dos pequenos acontecimentos cénicos e o da criação artística, na síntese entre os anteriores que inaugura o sentido de devolução, próprio do espetáculo. Caberá a cada espectador traduzir e interpretar esta aventura, reiterando o sentido fraterno e ecuménico do Teatro, aqui Festa de Garagem.»
Maria João Vicente

CARRIS | 709, 711, 732, 736, 759, Elevador da Glória e Elevador do Lavra.

CP | Rossio (linha de Sintra e Azambuja)

METRO | Rossio (linha azul)

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