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Transportes de Lisboa | O importante é chegar a horas

2015-03-24

Nova campanha de comunicação criada pela dupla Diogo Stilwell e Gonçalo Antunes, da agência BAR, no âmbito do Cannes Lions Young Creatives.

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FERTAGUS incentiva as escolas a viajar de comboio com os seus alunos

2015-04-09

e lança os packs giro Travessia e giro Zoo com valores especiais.

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«Antes e depois» - Miguel Ângelo Rocha

Escultura de grandes dimensões concebida por Miguel Ângelo Rocha especialmente para a Sala de Exposições Temporárias e Sala Polivalente do Centro de Arte Moderna, com ambiente sonoro do músico Pedro Moreira.

A exposição tem como curador Nuno Crespo.

CARRIS ! 713, 726, 742, 746.

«Portugal à Gargalhada», de Filipe La Féria

Produção, texto, direção, cenografia e figurinos de Filipe La Féria, interpretação de Marina Mota, Maria João Abreu, Joaquim Monchique, José Raposo, Bruna Andrade, Filipe Albuquerque, Patrícia Resende, entre outros.

"Portugal à Gargalhada" é um espectáculo que revisitando a revista à portuguesa, é uma crítica bem-disposta e mordaz à situação do Portugal dos nossos dias e aos seus principais protagonistas. Com a sofisticação dos grandes musicais da Broadway, a nova produção de Filipe La Féria revisita a mais atávica e humorística tradição do género de espectáculo mais apreciado do público português, onde se conjugam: a música, a representação, o bailado, o texto de humor de bom gosto e popular, os cenários deslumbrantes e um guarda-roupa digno dos palcos das grandes capitais do mundo.

CARRIS | 709, 711, 732, 736, 759, Elevador da Glória e Elevador do Lavra.

CP | Rossio (linha de Sintra)

METRO | Rossio (linha azul)

«Loucamente: uma exposição sobre o bem-estar da mente»

"Loucamente" é a nova exposição temporária do Pavilhão do Conhecimento.
Foi produzida em consórcio por três centros de ciência: Pavilhão do Conhecimento (Lisboa), Heureka (Helsínquia) e Universcience (Paris).
É a primeira exposição interactiva de um centro de ciência dedicada ao bem-estar da mente e pretende dar início a uma discussão pública sobre a saúde mental e o seu impacto pessoal e social.
É uma exposição positiva sobre um tema complexo, que quer substituir o preconceito pelo conhecimento, o estigma pela compreensão e incentivar os visitantes a cuidar do seu bem-estar mental.

O que o visitante pode fazer?
Experienciar num ambiente seguro como se sentem as pessoas com determinadas perturbações mentais.
Simular a sensação de ouvir vozes vindas de todos os lados.
Entrar na sala das fobias e na barbearia das psicoses.
Pôr à prova a sua percepção corporal no espelho da autoestima.
Desfazer-se dos seus problemas no triturador de preocupações.
Cometer loucuras saudáveis, como dançar ao som de uma música inspirada pela loucura.
Descobrir como os especialistas em cada época trataram a depressão e a esquizofrenia.
Testar o seu conhecimento sobre as doenças e o bem-estar mental.
Conhecer as perturbações mentais e os seus tratamentos.
Ouvir testemunhos de pacientes portugueses sobre as suas doenças mentais e a forma como lidam com elas.
Testar a memória e a forma como percepciona as emoções.
Enfrentar uma floresta repleta de situações assustadoras.
Representar em frente a um espelho a emoção indicada pela máscara, usando o corpo.
Expressar e desenhar os seus sentimentos com água.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Vê, Faz, Aprende!»

Experimentar, tocar, mexer, observar e concluir. Voltar ao princípio e fazer tudo de novo, agora de forma diferente... Este é o espírito da exposição "Vê, Faz, Aprende!".

Deite-se numa cama de pregos e surpreenda os seus amigos com a sua valentia, descubra que o caminho mais curto nem sempre é o mais rápido e faça a contagem decrescente para o lançamento de um foguetão de hidrogénio.

Especialmente para os mais novos: senta-te ao volante de um carro com rodas quadradas para desfrutar de uma viagem invulgar, descobre a misteriosa chave da arca do tesouro e revela a ciência por detrás de tudo isto.

São mais de 40 experiências sobre fenómenos naturais, conceitos científicos e tecnologia, para todas as idades, ideais para fazer com os amigos e com a família. A única coisa proibida é mesmo não mexer.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Brincar Ciência»

O espaço Brincar Ciência destina-se exclusivamente aos pequenos exploradores da ciência entre os 3 e os 6 anos. É claro que podes trazer alguém mais velho com quem partilhar as tuas descobertas, mas aqui todos têm que pensar como uma criança.

No espaço Brincar Ciência podes vestir um fato de astronauta e entrar dentro de um foguetão. Pronto para a descolagem? Três, dois, zuuuuuuuuuuuuuuuuum... Destino: Lua! E agora, que tal uma corrida na superfície lunar? Não interessa quem chega primeiro. Perder aqui é um assunto de pouca gravidade.

Já chega de andar com a cabeça na Lua. Agora vamos pôr os pés bem assentes na Terra. E as mãos também, como as aranhas. Será que também conseguimos trepar pelas paredes? Uau! Tal como um verdadeiro homem-aranha! O Pavilhão do Conhecimento dá-nos super-poderes. Ah, o que é aquilo que eu estou a ver aqui de cima?

Claro, é a Casa Inacabada, a que não acaba nem por nada, o local favorito da pequenada, a que até a Santa Engrácia deixa envergonhada e outras tantas rimas de enfiada.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Explora»

O Explora é uma "verdadeira floresta de fenómenos naturais". Foi assim que o físico Frank Oppenheimer descreveu esta exposição, concebida originalmente para o Exploratorium de São Francisco e que se tornou um clássico dos centros de ciência em todo o mundo. Cada módulo é uma autêntica obra de arte onde o Homem contribui com o engenho, e a natureza com a surpreendente beleza dos seus fenómenos.

A exposição Explora está dividida em cinco áreas temáticas:

Luz: Combinam-se luzes de várias cores, observam-se os efeitos de lentes e de prismas, descobre-se o arco-íris em bolas de sabão e fazem-se muitas outras experiências que lançarão luz sobre os mais variados fenómenos.

Visão: Como funciona o nosso olho? Porque vemos o mundo como vemos? Será que as coisas são exactamente como as observamos?

Percepção: Não vemos apenas com os nossos olhos. O cérebro desempenha um papel fundamental na forma como percepcionamos o mundo. Aqui encontrará ilusões de óptica e desafios de pôr a cabeça a andar à roda.

Ondas: Será que conseguimos ver o som, parar uma onda, observar as harmónicas numa corda de guitarra? Entre na onda, vibre connosco.

Sistemas (bué) complexos: Não se deixe assustar pela complexidade de alguns fenómenos. Desfrute da paisagem de dunas lentamente modeladas pelo vento, sinta a brisa de um tornado, desfaça-o com a sua mão e veja como se forma novamente.

Explore os cerca de 40 módulos interactivos de forma autónoma ou com a nossa ajuda, faça perguntas a si mesmo, faça-nos perguntas a nós, descubra, experimente e desfrute.

CARRIS | 208, 210, 400, 705, 708, 725, 728, 744, 750, 759, 782, 794.

CP | Oriente (linha da Azambuja)

METRO | Oriente (linha vermelha)

«Jóias da Carreira da Índia»

Pimenta de Cochim, canela do Ceilão ou cravinho das Molucas não foram os únicos tesouros cobiçados pelos Portugueses na Ásia. Gemas preciosas e jóias cativaram, desde logo, os primeiros aventureiros que desembarcaram das naus da Carreira da Índia. A grande aventura do Oriente, feita por comerciantes, sacerdotes, aventureiros e militares, foi alimentada pelo apelo das preciosidades orientais, "pelo amor do dinheiro e afeição da pedraria", no dizer de Fernão Mendes Pinto. Essa "vã cobiça" que cabia num bolso de viajante, fosse agente, perito ou comerciante de ocasião, todos confiantes no retorno lucrativo de um tráfico não controlado pela coroa. Expansão e conquista territorial, foi também uma jornada missionária que, longe do reino, tornou necessária a criação de instrumentos de doutrina e novas alfaias para maravilhamento dos recém-convertidos. Esse império de objectos lavrados em prata e ouro nasceu da confluência artística de mundos diferentes, estranhos e afastados, cada qual imprimindo uma marca própria, tornando-se variação de modelos trazidos na bagagem de nobres e missionários. Circulação dos modelos que se faz de Ormuz a Goa, descendo pelo Malabar, de Cochim a Bengala pela costa do Coromandel, passando a Taprobana, mas também por esse "Mediterrâneo" do mar da China, desde os estreitos de Malaca aos mares de Java e que entra pelos rios da Ásia ao compasso das monções.

Dá-se a conhecer nesta exposição um impressionante conjunto de várias dezenas de peças de ouro e prata, delicadamente trabalhadas e enriquecidas com preciosas gemas e esmaltes de cores vibrantes. Objectos preciosos que não surgem isolados, para serem fruídos apenas pelos seus méritos artísticos ou valor material, mas contextualizados e enquadrados nas dinâmicas dos tempos que os viram nascer. Um conjunto de obras que nos surpreende e que, como Mendes Pinto, nos levam a dizer: que em meus dias nunca vi cousa tão maravilhosa.

CARRIS | 712

CP | Alcântara Mar (linha de Cascais)

«As Aventuras de Pinóquio», de Fernando Gomes

Produção Malaposta, com autoria de Fernando Gomes, inspirado no espectáculo de Carlo Collodi, música de Quim Tó, interpretação de Ana Landum, David Granada, Isabel Ribas, Jorge Estreia e Luís Pacheco, figurinos de Manuel Moreira e Rosário Balby, espaço cénico de Natércia Costa, operação de luz e som de João Neves e Ricardo Moreira.

Uma fantasia musical com toda a magia teatral que este estilo proporciona, ao juntar num mesmo espectáculo diferentes formas de expressão artística: a música, o circo e o teatro de marionetas, a par de uma cuidada estética visual, tanto no cenário e adereços, como no guarda-roupa.
Pinóquio não é apenas aquele menino a quem o nariz cresce quando diz mentiras; ao longo das suas aventuras (e desventuras) ele é o protagonista de diferentes histórias, que permitem inúmeras leituras por públicos de diversas idades.
As personagens com quem Pinóquio se cruza, Gepeto, o Grilo, a Estrela Azul, Mestre Stromboli, o Gato e a Raposa, mostram os diferentes comportamentos do ser humano: defeitos, virtudes, objectivos, propósitos e esperanças.
Esta fábula é ainda um ensinamento de como se deve estar no mundo: com consciência.
Pinóquio é um clássico da literatura infanto-juvenil e um estímulo para a imaginação de todas as gerações.

CARRIS | 736

METRO | Sr. Roubado (linha amarela)

Trabalho de Fátima Mendonça

Esta exposição, comemorativa do quinquagésimo aniversário de Fátima Mendonça, tem obras de 1988 a 2010 que marcam o seu percurso artístico. No seu universo encontramos o medo, a solidão, as mágoas, a violência e a fragilidade humanas, as fantasias trazidas da infância e o confronto com a realidade adulta.

CARRIS |15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

Vimeca | 001, 002, 006, 010, 012, 020, 114

«A Água no Azulejo Português do Século XVIII»

O Museu Nacional do Azulejo em parceria com a EPAL, Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA, apresenta no Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, a exposição "A Água no Azulejo Português do Século XVIII". Realizada no âmbito do IWA - World Water Congress - esta exposição procura reflectir sobre a representação da água no azulejo português setecentista. Os painéis apresentados, alguns deles inéditos, reflectem a visão da água nas diversas vertentes da cultura, da religião à mitologia; do quotidiano à imagem real de uma cidade, Lisboa.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 774

METRO | Rato (linha amarela)

«Gorky e a coleção do CAM»

Nova exposição da Coleção do CAM orientada segundo quatro grandes tópicos: o Retrato, a Natureza-morta, o Surrealismo e a Abstração. Diversas obras de artistas portugueses como Amadeo de Souza-Cardoso, Mário Eloy, Mário Cesariny, Menez ou Paula Rego, dialogam com a obra de Arshile Gorky (c. 1904 - 1948), artista de origem arménia, emigrado nos EUA em 1920. Gorky desenvolveu uma pintura que aliando abstração e surrealismo, constituiu um forte estímulo ao Expressionismo Abstracto norte-americano do pós-guerra, influenciando a arte da segunda metade do século XX.

Arshile Gorky é um artista ainda pouco conhecido do grande público português, ainda que tenha adquirido recentemente uma maior notoriedade internacional, a partir da exposição retrospetiva da sua obra organizada pelo Philadelphia Art Museum em 2009-2010 (apresentada seguidamente na Tate Modern, Londres, e no Museum of Contemporary Art, Los Angeles). Em Lisboa, tem sido exposto com alguma regularidade na Fundação Calouste Gulbenkian onde, devido aos laços arménios, o pintor se encontra representado com três obras na coleção do CAM, e com 57 obras em depósito, propriedade da Diocese da Igreja Arménia de Nova Iorque (Oriental), constituindo este conjunto de obras uma das suas maiores representações na Europa.

Às exposições monográficas de 1984, 1993, 1996 e 2003, o CAM propõe agora uma apresentação conjunta com obras selecionadas da Coleção. A ligação proposta entre Gorky e um conjunto de artistas que não conheceu e com quem não partilhou nenhum espaço físico, segue o vector francófono da produção artística moderna a que Gorky foi particularmente sensível, e que, como sabemos, constituiu a principal influência sentida em Portugal.

CARRIS | 716, 726, 746, 756

METRO | Praça de Espanha ou São Sebastião (linha azul)

«Exposição Permanente (1850-1975)»

«As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.

Assim é obrigação deste Museu Nacional disponibilizar estas coleções, em permanência, aos diferentes públicos que o visitam.

A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.

As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.»

Paulo Henriques

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Baixa-Chiado PT Blue Station (linhas azul e verde)

«Memória da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura»

O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e Cultura".

Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.

A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774

METRO | Rato (linha amarela)

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