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2015-01-13

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«Antes e depois» - Miguel Ângelo Rocha

Escultura de grandes dimensões concebida por Miguel Ângelo Rocha especialmente para a Sala de Exposições Temporárias e Sala Polivalente do Centro de Arte Moderna, com ambiente sonoro do músico Pedro Moreira.

A exposição tem como curador Nuno Crespo.

CARRIS ! 713, 726, 742, 746.

«Portugal à Gargalhada», de Filipe La Féria

Produção, texto, direção, cenografia e figurinos de Filipe La Féria, interpretação de Marina Mota, Maria João Abreu, Joaquim Monchique, José Raposo, Bruna Andrade, Filipe Albuquerque, Patrícia Resende, entre outros.

"Portugal à Gargalhada" é um espectáculo que revisitando a revista à portuguesa, é uma crítica bem-disposta e mordaz à situação do Portugal dos nossos dias e aos seus principais protagonistas. Com a sofisticação dos grandes musicais da Broadway, a nova produção de Filipe La Féria revisita a mais atávica e humorística tradição do género de espectáculo mais apreciado do público português, onde se conjugam: a música, a representação, o bailado, o texto de humor de bom gosto e popular, os cenários deslumbrantes e um guarda-roupa digno dos palcos das grandes capitais do mundo.

CARRIS | 709, 711, 732, 736, 759, Elevador da Glória e Elevador do Lavra.

CP | Rossio (linha de Sintra)

METRO | Rossio (linha azul)

«Roll Over, Adeus Anos 70» - José Paulo Ferro

As fotografias de José Paulo Ferro reunidas nesta exposição fazem parte do livro "Roll Over, Adeus anos 70", apresentado por ocasião do lançamento do livro "Estro in Watts, Poesia da Idade do Rock", de João de Menezes-Ferreira, na Fundação EDP - Museu da Electricidade, em Lisboa.

José Paulo Ferro [Alcobaça, 1955] é professor de artes visuais, pintor, desenhador e fotógrafo. Vive e trabalha em Lisboa.

CP | Cascais

Scotturb | 400, 401

«Paródias: Paula Rego / Rafael Bordalo Pinheiro»

Raphael Bordallo Pinheiro (1846-1905) e Paula Rego (1935) usam a produção artística, sobretudo a gráfica, para transmitir a sua visão crítica da vida e dos costumes portugueses da sua época. As suas obras unem-se porque funcionam, muitas vezes, como elementos diluidores das hierarquias e da diferenciação entre a arte erudita e a popular, sempre comunicante com o tempo presente através das suas vozes, por vezes, mordazes e socialmente interventivas.
A programação de exposições da Casa das Histórias tem sido construída a partir da necessidade de afirmar a sua identidade - enquanto museu monográfico, dedicado à obra da artista Paula Rego - em torno do universo temático, narrativo, disciplinar da artista, de modo a constituir uma programação diversificada, tendo Paula Rego, e também as suas múltiplas fontes e referências como centro e ponto de partida. Assim se justifica a escolha da obra do artista Raphael Bordalo Pinheiro para estabelecer um diálogo, não ilustrativo, com a obra de Paula Rego na próxima exposição na Casa das Histórias Paula Rego.

CARRIS | 207, 727, 736, 738, 744, 783, 798.

METRO | Campo Pequeno (linha amarela)

«FMR - A Colecção Franco Maria Ricci»

A primeira apresentação internacional, após a grande exposição de Colorno (2004), da notável coleção constituída pelo reconhecido designer, editor e bibliófilo italiano, nascido em Parma em 1937.

No MNAA, são expostas cerca de uma centena de obras de pintura e de escultura, do século XVI ao século XX, que nos guiam numa fascinante viagem pela arte da representação humana. Nomes como Filippo Mazzola, Jacopo Ligozzi, Philippe de Champaigne, Bernini, Canova ou Thorvaldsen, entre muitos outros, espelham o gosto heterodoxo do colecionador e ilustram, de forma singular, a História da Arte ocidental.

Carris | 25E, 713, 714, 727

«Jóias da Carreira da Índia»

Pimenta de Cochim, canela do Ceilão ou cravinho das Molucas não foram os únicos tesouros cobiçados pelos Portugueses na Ásia. Gemas preciosas e jóias cativaram, desde logo, os primeiros aventureiros que desembarcaram das naus da Carreira da Índia. A grande aventura do Oriente, feita por comerciantes, sacerdotes, aventureiros e militares, foi alimentada pelo apelo das preciosidades orientais, "pelo amor do dinheiro e afeição da pedraria", no dizer de Fernão Mendes Pinto. Essa "vã cobiça" que cabia num bolso de viajante, fosse agente, perito ou comerciante de ocasião, todos confiantes no retorno lucrativo de um tráfico não controlado pela coroa. Expansão e conquista territorial, foi também uma jornada missionária que, longe do reino, tornou necessária a criação de instrumentos de doutrina e novas alfaias para maravilhamento dos recém-convertidos. Esse império de objectos lavrados em prata e ouro nasceu da confluência artística de mundos diferentes, estranhos e afastados, cada qual imprimindo uma marca própria, tornando-se variação de modelos trazidos na bagagem de nobres e missionários. Circulação dos modelos que se faz de Ormuz a Goa, descendo pelo Malabar, de Cochim a Bengala pela costa do Coromandel, passando a Taprobana, mas também por esse "Mediterrâneo" do mar da China, desde os estreitos de Malaca aos mares de Java e que entra pelos rios da Ásia ao compasso das monções.

Dá-se a conhecer nesta exposição um impressionante conjunto de várias dezenas de peças de ouro e prata, delicadamente trabalhadas e enriquecidas com preciosas gemas e esmaltes de cores vibrantes. Objectos preciosos que não surgem isolados, para serem fruídos apenas pelos seus méritos artísticos ou valor material, mas contextualizados e enquadrados nas dinâmicas dos tempos que os viram nascer. Um conjunto de obras que nos surpreende e que, como Mendes Pinto, nos levam a dizer: que em meus dias nunca vi cousa tão maravilhosa.

CARRIS | 712

CP | Alcântara Mar (linha de Cascais)

«10 anos depois: objetos de outros lugares. Doação Francisco Capelo»

Francisco Capelo reincidiu com nova doação ao Museu Nacional de Etnologia e nós, com ele, na aceitação e no agradecimento. Diferentemente do universo bem delimitado, de exata localização, das máscaras e marionetas do Mali, que antes doara ao museu, são agora objetos de origens e sentidos muito diversos. Não conhecemos, para cada um deles, a situação concreta do seu uso, a parcela de vida social percebida nos locais onde foram produzidos e onde são protagonistas e operadores de relações. Não resultaram, pois, de um contexto de investigação, surpreendidos e documentados na sua eficácia prática e simbólica. Esta deslocou–se para o plano da paixão que move o colecionador e os destaca pela sua beleza e excelência técnica e formal, singularidade, valor icónico.

Mas, é também pela sua diversidade e pelas culturas que permitem representar, que eles logo suscitam diálogos com outros existentes no museu, seja enquanto novas ilustrações para questões já antes formuladas, seja pelo que, de novo, passa a poder ser conhecido e mostrado, ou pelo modo como as coleções do museu vão sendo pensadas e o próprio museu como casa de acolhimento de objetos e da sua interrogação e comunicação.

Vêm de países de África e do Sudeste Asiático: Nigéria, Camarões, Gana, Mali, Myanmar, Tailândia, Laos, Cambodja, Vietnam.

A proximidade e permanente troca de informações com Francisco Capelo revelaram sempre, tanto a paixão dos objetos por parte de um colecionador que procura documentá-los para o seu melhor conhecimento, como o próprio prazer, empenhamento e confiança postos no ato da sua doação.

CARRIS | 15E, 714, 727, 728, 729, 751.

CP | Belém (linha de Cascais)

Transtejo/Soflusa | Belém (Porto Brandão/Trafaria)

«As Aventuras de Pinóquio», de Fernando Gomes

Produção Malaposta, com autoria de Fernando Gomes, inspirado no espectáculo de Carlo Collodi, música de Quim Tó, interpretação de Ana Landum, David Granada, Isabel Ribas, Jorge Estreia e Luís Pacheco, figurinos de Manuel Moreira e Rosário Balby, espaço cénico de Natércia Costa, operação de luz e som de João Neves e Ricardo Moreira.

Uma fantasia musical com toda a magia teatral que este estilo proporciona, ao juntar num mesmo espectáculo diferentes formas de expressão artística: a música, o circo e o teatro de marionetas, a par de uma cuidada estética visual, tanto no cenário e adereços, como no guarda-roupa.
Pinóquio não é apenas aquele menino a quem o nariz cresce quando diz mentiras; ao longo das suas aventuras (e desventuras) ele é o protagonista de diferentes histórias, que permitem inúmeras leituras por públicos de diversas idades.
As personagens com quem Pinóquio se cruza, Gepeto, o Grilo, a Estrela Azul, Mestre Stromboli, o Gato e a Raposa, mostram os diferentes comportamentos do ser humano: defeitos, virtudes, objectivos, propósitos e esperanças.
Esta fábula é ainda um ensinamento de como se deve estar no mundo: com consciência.
Pinóquio é um clássico da literatura infanto-juvenil e um estímulo para a imaginação de todas as gerações.

CARRIS | 736

METRO | Sr. Roubado (linha amarela)

Trabalho de Fátima Mendonça

Esta exposição, comemorativa do quinquagésimo aniversário de Fátima Mendonça, tem obras de 1988 a 2010 que marcam o seu percurso artístico. No seu universo encontramos o medo, a solidão, as mágoas, a violência e a fragilidade humanas, as fantasias trazidas da infância e o confronto com a realidade adulta.

CARRIS |15E, 723, 729, 750, 751, 776

CP | Algés (linha de Cascais)

Vimeca | 001, 002, 006, 010, 012, 020, 114

«A Água no Azulejo Português do Século XVIII»

O Museu Nacional do Azulejo em parceria com a EPAL, Empresa Portuguesa das Águas Livres, SA, apresenta no Reservatório da Mãe d'Água das Amoreiras, a exposição "A Água no Azulejo Português do Século XVIII". Realizada no âmbito do IWA - World Water Congress - esta exposição procura reflectir sobre a representação da água no azulejo português setecentista. Os painéis apresentados, alguns deles inéditos, reflectem a visão da água nas diversas vertentes da cultura, da religião à mitologia; do quotidiano à imagem real de uma cidade, Lisboa.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 774

METRO | Rato (linha amarela)

«Gorky e a coleção do CAM»

Nova exposição da Coleção do CAM orientada segundo quatro grandes tópicos: o Retrato, a Natureza-morta, o Surrealismo e a Abstração. Diversas obras de artistas portugueses como Amadeo de Souza-Cardoso, Mário Eloy, Mário Cesariny, Menez ou Paula Rego, dialogam com a obra de Arshile Gorky (c. 1904 - 1948), artista de origem arménia, emigrado nos EUA em 1920. Gorky desenvolveu uma pintura que aliando abstração e surrealismo, constituiu um forte estímulo ao Expressionismo Abstracto norte-americano do pós-guerra, influenciando a arte da segunda metade do século XX.

Arshile Gorky é um artista ainda pouco conhecido do grande público português, ainda que tenha adquirido recentemente uma maior notoriedade internacional, a partir da exposição retrospetiva da sua obra organizada pelo Philadelphia Art Museum em 2009-2010 (apresentada seguidamente na Tate Modern, Londres, e no Museum of Contemporary Art, Los Angeles). Em Lisboa, tem sido exposto com alguma regularidade na Fundação Calouste Gulbenkian onde, devido aos laços arménios, o pintor se encontra representado com três obras na coleção do CAM, e com 57 obras em depósito, propriedade da Diocese da Igreja Arménia de Nova Iorque (Oriental), constituindo este conjunto de obras uma das suas maiores representações na Europa.

Às exposições monográficas de 1984, 1993, 1996 e 2003, o CAM propõe agora uma apresentação conjunta com obras selecionadas da Coleção. A ligação proposta entre Gorky e um conjunto de artistas que não conheceu e com quem não partilhou nenhum espaço físico, segue o vector francófono da produção artística moderna a que Gorky foi particularmente sensível, e que, como sabemos, constituiu a principal influência sentida em Portugal.

CARRIS | 716, 726, 746, 756

METRO | Praça de Espanha ou São Sebastião (linha azul)

«Exposição Permanente (1850-1975)»

«As coleções permanentes do Museu Nacional de Arte Contemporânea documentam a produção artística em Portugal entre 1850 e a atualidade, sendo o mais importante acervo no que diz respeito à Arte Moderna e Contemporânea pertencente ao Estado.

Assim é obrigação deste Museu Nacional disponibilizar estas coleções, em permanência, aos diferentes públicos que o visitam.

A evidente exiguidade das salas de exposição obrigou a uma seleção pequena e rigorosa de cerca de 100 obras, datadas entre 1850 e 1975, dispostas por cronologias e principais tendências artísticas de cada período.

As obras entre 1975 e a atualidade serão apresentadas em exposições temporárias, organizadas segundo diferentes temas e ideias que as percorrem transversalmente.»

Paulo Henriques

CARRIS | 28E, 202, 758

METRO | Baixa-Chiado PT Blue Station (linhas azul e verde)

«Memória da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura»

O Túmulo de Fernão Telles de Menezes (1530-1605), depois de ter sido redescoberto, volta a ser exposto em local próximo do original, abrindo a exposição "Memórias da Politécnica - Quatro séculos de Educação, Ciência e Cultura".

Desde o início do século XVII que o local conhecido como "Politécnica", onde hoje se encontra o Museu Nacional de História Natural e da Ciência (Universidade de Lisboa), alberga ininterruptamente instituições de ensino, ciência e cultura.

A exposição "Memórias da Politécnica: Quatro Séculos de Educação, Ciência e Cultura" pretende contar a história deste local, que ao longo do tempo foi um pólo de intensas trocas de conhecimentos, artefactos e espécimes entre o Oriente e o Ocidente e também de cruzamento de culturas. Por aqui passaram, como alunos e como professores, as mais importantes personalidades da cultura portuguesa, como o Padre António Vieira e São João de Brito.

CARRIS | 706, 709, 713, 720, 727, 738, 758, 773, 774

METRO | Rato (linha amarela)

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